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Números vergonhosos

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Cruzamento de dados de servidores públicos, na área federal, estadual e municipal, em todo o país, revela dados espantosos.
Veja os números:
- 164 mil indícios de irregularidades, com um custo estimado de R$ 1,7 bilhões/ano;
- 47.360 servidores com contrato em regime de dedicação exclusiva e com mais de cargo, o que é impossível de cumprir a jornada real;
- 36.113 registros de servidores com indícios de acumulações ilícitas, considerando o previsto no artigo 37 da Constituição Federal.
- 26.898 registros enquadram-se em outras situações que indicam a existência de irregularidades, e necessita análise com maior profundidade;
- 17 servidores com cinco vínculos;
- 252 com quatro vínculos;
- 3,8 mil servidores com aposentadoria por invalidez em um órgão e com vínculo de ativo, aposentado, ou afastado em outro;
- 341 indícios de servidores ativos, aposentados ou afastados em um órgão que figuram como instituidores de pensão em outro.
Este é o resultado preliminar do compartilhamento das bases de dados de servidores da União e 13 unidades da federação brasileiras. O batimento foi uma iniciativa conjunta do Governo Federal e do Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Administração – Consad.
O levantamento cruzou informações da Secretaria de Recursos Humanos da União e dos governos de Sergipe, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Ceará, Piauí, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte e Paraíba, além do Distrito Federal. Foram utilizados os cadastros do Regime Geral da Previdência Social - RGPS, das áreas de recursos humanos dos Estados e das bases de RH dos servidores civis do Poder Executivo Federal.
Cadastro Único
O compartilhamento de registros de servidores, para a criação do Cadastro Nacional de Informações Sociais dos Regimes Próprios de Previdência Social - CNIS/RPPS, que deverá integrar os dados previdenciários do setor público em todas as esferas e poderes. Com cadastro único será possível ainda, bloquear contratações irregulares no momento da posse de novos servidores e evitar aposentadorias ilegais.
Conclusão
Ao analisarmos os dados podemos observar o tamanho do assalto aos cofres públicos, por pessoas inescrupulosas, que usam o dinheiro público em benefício próprio, contribuindo assim para as estatísticas que apontam para um inchaço na máquina pública.
O mais criminoso ainda, são estas pessoas ocuparem vagas de cargos públicos, que poderiam estar ocupadas por quem se prepara, faz concurso e não assumem por inexistência de vagas.
Ah! E os gestores? É claro que também são responsáveis. Obviamente esta situação se arrasta por longos e longos anos.
Quem se cuidem os “servidores” infratores.Tomara que sejam responsabilizados e punidos com perda dos cargos e devolução ao erário, do que foi recebido indevidamente. Além de ficarem proibidos de voltarem a exercer cargos públicos.
O bicho vai pegar.
A próxima etapa são os Estados que ficaram de fora neste momento.

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