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Ah! Se a juventude que essa brisa canta...

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Ficasse aqui comigo mais um pouco
Eu poderia esquecer a dor
De ser tão só
Prá ser um sonho
E aí, então, quem sabe alguém chegasse
Buscando um sonho em forma de desejo
Felicidade então prá nós seria
E depois que a tarde nos trouxesse a lua
Se o amor chegasse eu não resistiria
E a madrugada acalentaria a nossa paz
Fica, oh, brisa fica, pois talvez quem sabe
O inesperado faça uma surpresa
E traga alguém que queira te escutar
E junto a mim queira ficar...
A bela letra da música do Johnny Alf retrata perfeitamente o drama que vivem milhares de jovens infectados pelo vírus do HIV.
Mas, o maior drama depois da doença, é o preconceito a que estão sujeitos. 
Vencer esta barreira é o grande desafio.
A retomada da política de prevenção e para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids, foi lançada na quarta-feira (1º) a campanha O Preconceito como Aspecto de Vulnerabilidade ao HIV/Aids. Desta vez o foco da campanha são os jovens brasileiros com idade entre 15 e 24 anos 
De acordo com dados do Ministério da Saúde, esse grupo tem o maior número de parceiros casuais em relação a adultos e cerca de 40% deles declararam não usar preservativo em todas as relações sexuais.
O objetivo da campanha é a desconstrução do preconceito contra as pessoas que vivem com o vírus HIV no Brasil, informar e conscientizar os jovens sobre comportamentos seguros de prevenção contra a Aids.
O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi instituído como forma de despertar a necessidade de prevenção, de promoção do entendimento sobre a pandemia e incentivar a análise sobre a Aids pela sociedade e órgãos públicos. No Brasil, a data começou a ser comemorada no fim dos anos 80.

6 comentários:

Oi,
Beth,
essa luta é de todos nós, divulgar e orientar os jovens se faz necessário sempre!
beijão no coração.

Então,
Significa que você é especial por ter enxergado algo de interessante...rs
Valeu pelo comentário.
Um beijão.

Oi Josy,
Com certeza.
Não dá para fechar os olhos para a questão, e abri-lo para atitudes preconceituosas.
Obrigada querida amiga.
Fui!

Querida Beth.
Conscientizar-se que não há apenas grupos de riscos, e sim falta de informação...
E o risco maior da anulação e do preconceito.
Parabéns por esta grande ponte de informação e luta contra todo tipo de preconceito que o Travessia promove com muita clareza e ética.
Grande beijo
Alba

Voltou!?
Que bom.
Não, não podemos ficar de olhos fechados.
Obrigada a você pelo carinho e apoio.
Beijos.

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