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Cama na Varanda, ou Sexo sem Culpa?

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"Um tema constante em todo o debate sexual é uma pergunta que está sempre presente: afinal, por que os homens e as mulheres traem? 
É lógico que nem todos confirmam que têm suas aventuras, porque apenas um raríssimo número de indivíduos justifica a prática com o simples argumento de que o homem é um caçador. Em qualquer pesquisa nesse sentido, as respostas se repetem: a grande maioria admite ser possível praticar uma relação extraconjugal. Diante de tudo isso, o que se constata é que falta amor para boa parte dos homens e das mulheres que assume a iniciativa da infidelidade.

Nesta entrevista, a sexóloga Regina Navarro Lins analisa um fenômeno dos dias de hoje, quando o amor começa e quando o sexo afasta, tanto para a mulher como para o homem. Segundo ela, mesmo que ambos se gostem, a rotina, a excessiva intimidade e a falta de mistério neutralizam qualquer emoção. Além disso, para a sexóloga, prevalece muito mais a segurança nas relações do que o prazer, uma vez que os casais fazem preponderar mais a fidelidade do que o desejo. Psicanalista, Regina Navarro Lins foi professora de Psicologia da PUC-Rio e conta com uma agenda cheia para palestras e workshops que versem a respeito do amor, do casamento e do sexo. Ela também é autora de 10 livros, entre eles o best-seller A Cama na Varanda.

- Sua pesquisa virtual para o livro "A Cama na Rede" revela uma sociedade ainda conservadora ou disposta a reaprender novas formas de amor? E o amor virtual, com o qual a sociedade flerta há alguns anos, tende a se estabelecer em caráter definitivo?

Penso que sim. E é provável que até se aperfeiçoe. Muitos se espantam quando alguém diz que se relaciona pela internet. Acreditam tratar-se apenas de fantasias solitárias de pessoas carentes. "Como é possível amar uma pessoa sem poder vê-la, tocá-la, sentir seu cheiro?", perguntam. Penso, entretanto, que essa estranheza ocorre porque qualquer forma de pensar e viver diferente da que estamos habituados gera insegurança e medo. Afinal, o novo assusta. Ainda mais no que diz respeito aos relacionamentos amorosos.

- Quais são as diferenças entre o amor virtual e o real?
Na verdade, não é possível julgar negativamente os relacionamentos virtuais em favor dos reais, porque nos dois casos estamos diante de processos culturais e sociais de construção de uma experiência que nunca é natural. 
-Observando a história, percebemos que os comportamentos amorosos humanos são extremamente variados, sendo impossível encontrar uma forma universal de amor.
Penso que sim. E é provável que até se aperfeiçoe. Muitos se espantam quando alguém diz que se relaciona pela internet. Acreditam tratar-se apenas de fantasias solitárias de pessoas carentes. "Como é possível amar uma pessoa sem poder vê-la, tocá-la, sentir seu cheiro?", perguntam. Penso, entretanto, que essa estranheza ocorre porque qualquer forma de pensar e viver diferente da que estamos habituados gera insegurança e medo. Afinal, o novo assusta. Ainda mais no que diz respeito aos relacionamentos amorosos.

- Quais são as diferenças entre o amor virtual e o real?

Na verdade, não é possível julgar negativamente os relacionamentos virtuais em favor dos reais, porque nos dois casos estamos diante de processos culturais e sociais de construção de uma experiência que nunca é natural. Observando a história, percebemos que os comportamentos amorosos humanos são extremamente variados, sendo impossível encontrar uma forma universal de amor".
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6 comentários:

OLá minha amiga.
Assunto muito interessante e polêmico também. Eu nunca Traí, mas já fui traída e sei muito bem o gosto que se sente quando isso acontece.
Acho que essa questão da traição é muito complexa na cabeça de algumas pessoas, mas acho que o fator fundamental nisso tudo é a carência e a dificuldade de amar que o ser huamno tem. É muito mais fácil se envolver sexualmente, mas afetivamente é que são elas.
Beijos,
Mari

Oi, sou Arione. Gostei muito do seu blog, é muito lindo. Parabéns pelo blog. Estou seguindo. Segue o meu?
http://arionetorres.blogspot.com/
Um abraço...

Beth, muito obrigado pelo comentário lá no blog.
Você é uma das blogueiras que tenho grande consideração.
Vlw mesmo

Olá amiga:
Assunto cabeludo, não? rsrs
Eu, depois que amadureci,passei a encarar as escapadas masculinas de duas formas: se for só por sexo, não é traição, mas se houver envolvimento afetivo, aí é sim.
Acho que esta maneira que encontrei de ver a coisa é realista, afinal homem quase sempre pensa com a cabeça de baixo, então não vamos encucar com isso, né?
É melhor encarar com fleuma britânica. rsrs
Achei interessante as colocações sobre relação virtual. Vamos esperar pra ver.
grande abraço e bom findi

Oi Mari,
Bota polêmica nisso!
Pessoalmente discordo de várias coisas que a escritora fala. Neste universo sou conservadora. E não se trata de sentimentos de posse. Mas, de estima por mim mesma. Se algo falta em uma relação, a solução é a traição?! Tô fora! Vai doer, vou chorar, mas, também vou dar a volta por cima, como já fiz uma vez. Bota cima nisso!
Beijo querida. Bom domingo.

Oi querida,
Hum!... Ta bom.
Respeito a sua forma de pensar, mas tô fora. rsrsrs
Não vou contribuir para a reprodução desse comportamento masculino.
Então que eles fiquem com as suas cabeças, porque eu sigo em frente, com a minha bem erguida... rsrsrs
E em minha opinião, isso vale para qualquer forma de relacionamento amoroso.
Beijos.
Bom domingo.

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