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A Organização Internacional do Trabalho chega hoje à Brasília. Vem fazer o que?

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A cúpula da OIT Internacional chega hoje à Capital Federal. Na seuquencia fará visitas à Salvador, Cuiabá.  Por aqui, se reunirá com os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), além de integrantes do Ministério Público e do Ministério das Relações Exteriores.

Vem para verificar os projetos desenvolvidos em parceria pelos governos federal, estaduais e municipais e pela OIT Brasil, e conversar com as autoridades brasileiras. A diretora-geral do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil da organização, Constance Thomas. Permanecerá no país até o dia 13.

A OIT está preocupada com a possibilidade de o trabalho infantojuvenil ser retomado em áreas que estava extinto, em decorrência dos impactos da crise econômica internacional. “Nosso receio é que o trabalho infantil seja retomado em países da África e Ásia, em que ele já não existia mais, ”

No Brasil, o trabalho denominado perigoso é vetado para quem tem menos de 18 anos. Aos 14 e 15 anos, o adolescente brasileiro pode trabalhar como aprendiz. Aos 16 anos, o jovem pode ser contratado com carteira assinada e seguindo a legislação. 

O Organismo reconhece os esforços do Brasil para eliminar o trabalho infantil – que se refere às crianças e aos adolescentes de 5 a 17 anos, em pelo menos 50% nos últimos 10 anos, que tem servido como exemplo mundial a ser seguido. Porém, as autoridades afirmam que o empenho deve ser mantido, pois ainda há cerca de 4,1 milhões de crianças e adolescentes trabalhando ilegalmente no país, principalmente no Norte e Nordeste.

“A experiência desenvolvida no Brasil é modelo devido ao conjunto das ações. A eliminação do trabalho infantil depende de esforços para a execução de políticas sociais, como o Bolsa Família, o Mais Educação e outros. Mas é necessário lembrar que o problema ainda existe e deve ser solucionado”, afirma a OIT"

E pensar que no Brasil ainda há que critique a distribuição de recursos financeiros e as políticas de inclusão social.

É a tal história: Para alguns que sobrevivem apenas de fazer a crítica pela crítica, se melhorar estraga. E aí,  não haverá o que criticar!

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