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Um mundo Torturante

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É a constatação do informe conclusivo Um mundo de torturadores, publicado pela ONG Ação dos *Cristãos Contra a Tortura (ACAT). 

São 194 Estados integrantes das Nações Unidas.
Destes, 100 praticam regularmente a tortura, seja para obter informações ou confissões, seja como método para exercer a força do aparelho repressivo do Estado e implantar o terror.
Síria, Egito, Argélia, Chile, Argentina, Brasil, Cuba, Estados Unidos, França, Espanha, China, Vietnã, Índia ou Rússia. 
"Democracias" ou "Ditaduras", capitalistas ou socialistas, nada escapa a sanha dos governantes pela  prática, e não há um só continente que esteja imune.

As vítimas das torturas têm identidade, atividade e perfil comum a todos os países: jornalistas, sindicalistas, opositores políticos, advogados, blogueiros, membros de minorias étnicas ou religiosas, defensores dos direitos humanos, membros de ONGs.

A menção ao Brasil não é positiva, em que pese o país ter adotado os principais instrumentos para prevenir a tortura, a prática ainda é rotineira no interior das Forças de Segurança. O texto da ACAT assegura que as principais vítimas da tortura no Brasil são os camponeses e os membros das comunidades indígenas que reivindicam o direito á terra, os defensores dos direitos humanos e os jornalistas".
O informe revela que "a tortura segue sendo empregada com total impunidade", na medida em que o sistema federal (estados e municípios) não facilitam no Congresso Nacional a harmonização das legislações nessa área.

No primeiro mundo...
-França: Tratamentos indignos e degradantes, inclusive torturas. Assim como práticas de violência cega contra os imigrantes ilegais, denunciadas numerosas vezes.
-Inglaterra: Os casos de torturas se localizam fora do território e se inscrevem no marco da já incongruente luta contra o terror.
-EUA: A investigação da ONG recorda as violações dos direitos humanos cometidas fora das fronteiras do país em nome da guerra contra o terrorismo e do comunismo.
-Espanha: Violência contra imigrantes e expulsões com maus tratos e abusos policiais.

Mesmo com a queda do muro de Berlim e o desaparecimento progressivo das ditaduras da América Latina, parece que os ensinamentos sobre os limites do horror não foram transmitidos e absorvidos, tanto pelos poderes constituídos, quanto pelas populações.
No público e no privado a tortura continua sendo um instrumento do poder e de poder.
Os carrascos conservam sempre um grau de impunidade absoluto.

Uma vergonha para a humanidade.
É a conclusão.

*Não confundir com religião ou credo religioso.

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