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Como um Povo que foi perseguido, massacrado e quase dizimado, torna-se racista e perseguidor?

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O Holocausto praticado por Israel

Pesquisa feita em Israel aponta que a maioria da população do país é antipalestina, racista e compartilha a visão da extrema-direita ultranacionalista.

Eis a resposta
Feita um dia antes do Rosh Hashaná - o ano-novo judaico, a pesquisa é uma triste indicação do resultado de anos de lavagem cerebral efetuada pelo movimento sionista que governa o Estado israelense, e controla quase por completo a Palestina ocupada. Segundo o levantamento, 58% dos israelenses reconhecem que Israel pratica uma política de segregação em relação aos palestinos e apóiam a mesma.

Dados da pesquisa apontam que a maioria da população de Israel, é antipalestina, ultranacionalista, racista e defende posições muito próximas do fascismo, conforme escreveu em seu site, o Tikun Olan,  Richard Silverstein: “um vasto número de judeus israelenses compartilha explicitamente a visão da extrema direita ultranacionalista de Israel, que é semelhante à das Leis Racistas de Nuremberg”.

"E o que mais causa perplexidade é o fato da grande parte dos israelenses (58%) reconhecer Israel como praticante de uma política de segregação em relação aos palestinos (regime de apartheid) e, mais do que isso, apoiá-la", acrescenta ele.

Para maioria dos judeus, os palestinos não devem ter direito de voto.
As conclusões da pesquisa, divulgadas no dia 23 de outubro, revelam que praticamente a maioria dos judeus, 49%, quer que o Estado trate melhor os cidadãos judeus que os palestinos. E Mais: 42% não desejam morar em prédios com vizinhos palestinos e que a mesma porcentagem não aceita que seus filhos estudem em salas de aula frequentadas por crianças palestinas. Mais da metade dos judeus, 59%, prefere ver judeus, e não palestinos, ocupando cargos no governo.

Apartheide israelense
Um terço da população admite querer leis que impeçam os palestinos (nascidos em Israel) de votarem nas eleições para o Parlamento, e 69% não concorda que seja dado o direito de voto aos palestinos caso a Cisjordânia seja anexada por Israel. A grande maioria, 74%, é a favor de estradas separadas para palestinos e israelenses na Cisjordânia. A maioria, 58%, reconhece que Israel pratica o apartheid contra os palestinos e 31% acham que esse regime inexiste. 

O mundo reage
Os movimentos sociais do mundo inteiro, que defendem a causa palestina e o fim do regime de segregação praticado por Israel, estarão reunidos de 28 de novembro a 1º. de dezembro deste ano em Porto Alegre, no Fórum Social Mundial Palestina Livre, para pensarem estratégias que possibilitem acabar com a ocupação, e  consequentemente liberte o povo palestino.
Será um bom momento para os governos de todos os cantos do mundo começarem a agir de maneira decisiva e definitiva para impedirem a continuação dos crimes cometidos pelo governo israelense, entre os quais está levar uma sociedade inteira a defender o racismo, como a pesquisa mostrou.

Não se pode esquecer que foi a partir da grande mobilização mundial, que o povo negro e oprimido da África do Sul foi libertado.

E Nelson Mandela também!

6 comentários:

Bom dia, minha querida amiga Beth!!!
Minha amiga, isso é um horror, pior ainda que vem de onde deveria vir o exemplo, tomara que o resto do mundo os façam mudar de ideia, principalmente no que se refere ao racismo, isso é horrível e incompreensivo para qualquer ser humano normal...
Valeu minha amiga, adorei a postagem, realmente é muito importante difundir isso aos quatro cantos...
Tenha uma linda e feliz semana, regada com muita paz e luz!!!
Grande beijo, querida amiga!!!

Minha Ilustríssima e inigualavél amiga Beth!... kk Olha eu aqui novamente, faz tempo né mas, estou voltando!... Para variar o Travessia é acolhedor e uma fonte de inspiração para quem tem bom gosto... Beth, infelizmente não posso elogiar o conteúdo dessa postagem, sem palavras para falar sobre isso mas, quero lembrar que no Brasil não é diferente!... Bom, super beijo na minha amiga e fica com Deus!...


Não podemos esquecer que "Energias Afins se Atraem". Portanto, toda violência praticada pelo governo israelense só alimentará mais violência contra o povo de israel, e num grau cada vez maior, pois cada vez mais, frente aos olhos do mundo, serão vistos como Injustos, Intolerantes, Racistas e Genocidas. Não deixam de vender a imagem de vítimas do Holocausto, mas fazem o mesmo com o Povo de Gaza e da Palestina.

Dú, Drauzio e Fabio,
Acolho os comentários de vocês com carinho e agradeço pela travessia.
Um abraço.

É lamentável que condutas assim ainda sejam adotadas por povos no mundo inteiro. Seu artigo chama a atenção por se tratar de um caso de vitima de preconceito sendo agora gente originador do preconceito. o ser humano é capaz de grandes coisas, e outras miúdas como esta.
Beth amiga deixei um selinho para você no meu blog. É simples mas é de coração. Um abraço e bom final de semana para você!!!
http://buymazonbloger.blogspot.com.br/2012/11/selinho-que-ganhei-valeu-juh.html#more

Olá querida Beth!
Israel e a Palestina são exemplos de como se adota a questão das divergências religiosas no mundo, Existem muitos israelenses e mesmo palestinos que são contra essa guerra, eles devem ser ouvidos pelos seus governos, principalmente pelo lado israelense, que está do lado mais forte da corda. O governo israelense é unilateral, fica dando voz a extremistas que usam a mesma tática enfadonha que usavam pra difamar os judeus por toda a Alemanha.
abração!

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