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Mais espaço, mais mercado, mais igualdade

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“Apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhoras significativas em relação a dez anos atrás".

Estudo revela que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho, e que apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhorias significativas em relação aos dez últimos anos.

Realizado pelo Dieese e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) o estudo revelou que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho entre os anos de 2002 e 2011, embora continuem em posição de desigualdade. 

Para o Seade, apesar de o crescimento econômico e o consequente aumento na geração de empregos – e da última década ter beneficiado todos os trabalhadores, os negros usufruíram mais destas melhorias. “Os negros aumentaram sua participação nos serviços, que é um segmento que oferece melhores empregos, carteira assinada, rendimentos maiores e acesso aos direitos trabalhistas”. 

Comparativo
No período de 2002-2011 as taxas de desemprego diminuíram entre negros e não negros, mas a diminuição relativa ao primeiro segmento foi maior. Entre os negros, a taxa é de 12,2%; entre os não negros, de 9,6%. Essa diferença, de 2,6 pontos porcentuais, era de 7,2 pontos porcentuais em 2002.

Mercado
Nos setores melhores remunerados e que exigem melhor qualificação - serviços, indústria e comércio, os negros ainda são minoria. Porém, nestes dez anos, houve um crescimento mais significativo nas áreas de serviços e construção civil.

Em casa
Os serviços domésticos continuam sendo ocupados majoritariamente por mulheres negras, mas o índice caiu de 13,9% para 10,1%, provando que apenas o crescimento econômico não é capaz de produzir, por si só, melhoras significativas na inserção, de maneira a equilibrar o quadro nacional.

Para o coordenador de análise do Seade, Alexandre Loloian, é preciso investir cada vez mais em educação e qualificação. “A educação de qualidade é sim um diferencial para a inserção das pessoas, para que as posições sejam iguais. A grande questão é essa, é a desigualdade de oportunidades”, afirma.

Loloian avalia que o Brasil vive um processo de diminuição das desigualdades. “Nos encontramos num processo de transição, onde aquela extrema desigualdade de oportunidade tem se reduzido. Isso poderia ter só sido feito com o desenvolvimento da economia? Sim, mas levaria gerações e gerações”.

Afirma que iniciativas públicas de inclusão na educação têm o potencial de fazer com que o mercado seja menos desigual. “O Programa Universidade para Todos (ProUni) e, agora, com a entrada da lei de cotas para as universidades federais, são importantes no processo.

3 comentários:

Olá BETH com certeza,o prouni esta sendo muito importante,assim não há mais desigualdade em oportunidades,vamos alertar a todos,para ter um mundo sem desigualdades! um abraço

Olá querida amiga.
Muito bom fazer a Travessia e saber das boas notícias!
Igualdade para todos!
Grande beijo

Olá querida amiga.
Muito bom fazer a Travessia e saber das boas notícias!
Igualdade para todos!
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