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Bolsa Família mantém frequência escolar de 96% das crianças e jovens beneficiários

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Foto: Família beneficiária do programa no Rio Grande do Sul: melhorias no ensino com manutenção da frequência.

Norte e Nordeste têm maiores índices.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) divulgou no dia 19/2, que mais de 96% das crianças e jovens de famílias beneficiárias do Bolsa Família no país cumprem atualmente a frequência escolar mínima exigida como contrapartida do programa. Esse dado é ligeiramente inferior à pesquisa anterior, de fevereiro e março do ano passado, quando foi apurado o cumprimento por 96,8% dos estudantes.

O novo dado foi obtido pelo acompanhamento da frequência de 15,7 milhões de alunos nos meses de outubro e novembro de 2014. Esse total representa representa 91,7% dos 17,1 milhões de estudantes com o perfil de acompanhamento. O resultado significa o segundo melhor desempenho da série histórica, desde 2005. Significa também que 15,1 milhões de alunos tiveram presença de 85% da carga horária (de 6 a 15 anos) e 75% (16 e 17 anos).

A coordenadora-geral substituta de Acompanhamento das Condicionalidades do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Daniela Arsky, afirma que “o resultado acima dos 90% reflete a parceria federativa, o esforço dos municípios e o trabalho intersetorial do MDS com o Ministério da Educação”.

Dos resultados regionais, destacam-se Norte e Nordeste, que têm frequências mais altas do que a média nacional. Nessas regiões, foram acompanhados respectivamente 92% e 91,4% dos alunos beneficiários. Desse universo, 98,5% dos alunos da região Norte (2,3 milhões) cumpriram a frequência mínima exigida. No Nordeste, cumpriram a condicionalidade 97,6% dos mais de 7,3 milhões de alunos acompanhados.

Na cidade de São Paulo, onde 332.658 alunos foram acompanhados, representando 89,5% do total de cadastrados, o cumprimento da frequência é de 89,8%. Nos dados divulgados hoje pelo MDS há também várias cidades em que o cumprimento da frequência ocorre em 100% dos alunos acompanhados, como Almino Afonso (RN), São Francisco do Piauí (PI) e Irani (SC).

*****

Será que esses números explicam o "por que" de tanto ódio dos coxinhas aos programas de inclusão social - iniciados nos governos Lula e continuados no governo Dilma -, aos nordestinos, nas redes sociais?

É provável... é provável...

Pela lógica, pobre tem mais é que morrer de fome, não estudar, não ter futuro, virar marginal e ser morto pela polícia.

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