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"Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL".

Policiais (?) em greve na Bahia
Para entender o porquê, vamos ao Capítulo II, artigo 9, § 1 e 2:
Art. 9º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.
§ 1º - A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.
§ 2º - Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei.

Quando em 2011 eclodiu a greve dos bombeiros do Rio de Janeiro que contaminou emotivamente o país por meio dos noticiários, pensei cá com os meus botões: Isso vai se alastrar como um rastilho de pólvora. Não deu outra. Daquele episódio até ao da Bahia, que já dura uma semana, foram dez. E lá como na Bahia, quem liderou o movimento era um politico profissional (no caso do RJ, ligado ao ex-governador Garotinho).

A violência vista, percebida e sentida diretamente pela população da Bahia praticada por policiais militares em greve por reajuste salarial, deve servir para que a sociedade reabre o debate sobre  a necessidade da regulamentação do artigo nove da CF, sobre a organização sindical e estrutural, e a atuação dos servidores da área de segurança pública fardada e armada.

Não se pode mais adimitir que "representações" que não dispõe de legitimidade para representar qualquer seguimento, tenha força para desencadear ações de terrorismo de Estado contra a população, como é o caso da Bahia. O líder do movimento que está aterrorizando a todos é um ex-policial, que há dez anos foi expulso da corporação e que concorreu a dois mandatos eletivos de deputado estadual pelo PSDB - e perdeu nas duas tentativas.

Quando se trata de exploração, tudo tem uma origem e nada acontece por acaso.

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"Os escravos negros do Haiti propinaram uma tremenda surra ao Exército de Napoleão Bonaparte; e em 1808 a bandeira dos livres se alçou sobre as ruínas.

Mas o Haiti foi, desde ali, um país arrasado. Nos altares das plantações francesas de açúcar se tinham imolado terras e braços, e as calamidades da guerra tinham exterminado um terço da população.

O nascimento da independência e a morte da escravidão, façanhas negras, foram humilhações imperdoáveis para os brancos donos do mundo.

Eu tô te explicando pra te confundir...

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Entendeu? 
Não?!
Então, ouça.
Bom domingo.

Deu Nós e o CNJ!

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Era eles, os bandidos togados, ou nós, pobres mortais!
"Quando ouvi o voto da ministra Rosa Weber - pela manutenção dos poderes do CNJ para investigar juízes, minha cabeça não aguentou. Estou de enxaqueca, não tenho condições de comemorar. Eu vou dormir. Foi um desgaste muito grande".

Foi o relato da ministra Eliana Calmon por telefone, ao editor deste Blog, pouco depois de ver reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (2/2) a competência concorrente do CNJ para investigar magistrados.

A corregedora diz que acompanhou a sinalização da mídia e dos analistas, de que o resultado, em decisão apertada, seria desfavorável à posição da Associação dos Magistrados Brasileiros. "Mas, até o final, a gente viveu um clima de muita tensão".

"O que mais me incomodou foi a posição das associações (AMB, Anamatra e Ajufe) ao me acusarem de ter cometido crime. Isso me deixou muito amolada, quase me desestabilizou. Queriam minar minha credibilidade no Judiciário", afirmou.

A Corregedora Nacional de Justiça prometeu fazer uma avaliação do julgamento nesta sexta-feira.

O mais interessante tudo isso é a derrota do  "grande PIG" (Globo, Folha, Estadão) que sempre apostou na vitória dos bandidos de toga. Afirmavam a todo momento que o CNJ seria derrotado.
Mas uma coisa sempre sussurrava em meus ouvidos: Ela vai fazer a diferença. E fez!
O nome dela é: Rosa Weber.
Não filosofou e nem deitou falação. 
Como dizem os magistrados do STF: Assentou o seu voto.
Um voto muito bem assentado!
Eu assisti a tudo, e depois e fui dormir o sono dos justos.

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