Menu Principal

O Pavão de Ipanema

2
E o Pavãozinho também...

Continuando o meu passeio "turístico" após à Rio+20, resolvi subir o morro. Desta vez de elevador.
Durante décadas a classe média bossa nova de Ipanema conviveu com "os do morro" como se esses fossem invisíveis. Era meio que um acordo tácito, firmado apenas por um lado: vocês fingem que não moram em Ipanema, e nos fingimos que vocês não existem.
Mas dois elevadores mudaram o rumo das coisas.
São panorâmicos e ligam a comunidade do Cantagalo à estação do metrô General Osório, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Estão há um ano (30/6) unindo o morro ao asfalto.
A construção da Secretaria de Transportes marcou o começo de uma nova vida para os moradores do Pavão-Pavãozinho/Cantagalo - depois da inauguração de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em dezembro de 2009 - e colocou a comunidade na mais nova lista de atrações turísticas da cidade.

"O elevador é uma das principais ações do governo no que diz respeito à integração social. Antes da construção do equipamento, o local estava em situação de completa degradação, com lixão a céu aberto, e total desordem urbana". Hoje, os moradores da comunidade têm seu direito de ir e vir garantido, com alto padrão de mobilidade. O resultado da operação neste primeiro ano está mais que aprovado, e é neste ritmo que continuaremos trabalhando" - comemorou um integrante do governo do Rio de Janeiro.

Do “Mirante da Paz”, que fica no ponto mais alto do complexo, é possível ver a praia de Ipanema e cartões-postais da cidade, entre eles a Pedra da Gávea, o Cristo Redentor, as Ilhas Cagarras e a Lagoa Rodrigo de Freitas. As torres, revestidas por lâminas metálicas coloridas em dégradé de tons de verde e azul, chamam a atenção de quem passa pela Rua Teixeira de Melo.

Além de ponto turístico, os equipamentos permitem, desde 30 de junho do ano passado, com que os mais de 10 mil moradores das comunidades possam fazer o longo percurso entre suas casas e o asfalto em cerca de cinco minutos. Antes era um “sobe e desce” de pelo menos 700 degraus.
Quando for ao Rio, confira.

Ilhas Cagarras
Bom inicio de semana!


O silêncio de Gabriel García Márquez

4
Gabriel García Márquez sempre foi dono de uma memória sem limites, e, agora, essa memória se desvaneceu. Disse, ao longo da vida, que não há uma só linha, em toda a sua obra, que não tivesse como ponto de partida um dado da realidade. Ou seja: um dado guardado, intacto, em sua memória. Assim ele escreveu tudo que escreveu. 

Bem: essa memória se acabou. E, com ela, se acabou a escrita mais luminosa das últimas muitas décadas da literatura feita na América de todos nós. 

Ninguém combinou nada com ninguém, nada foi pedido a quem quer que fosse, mas existia uma espécie de pacto silencioso: não mencionar, fora de círculos absolutamente restritos e da mais rigorosa confiança, que Gabriel García Márquez perdia, pouco a pouco no princípio, e rapidamente depois, a memória. 

Começou há alguns anos. Mas foi a partir dos últimos quatro que o processo se acelerou. As declarações emocionadas de seu irmão caçula, Jaime, na semana passada, correram mundo e acabaram escancarando o assunto. Ele não foi o primeiro a romper aquele pacto não declarado: um mês antes, o jornalista colombiano Plínio Apuleyo Mendoza mencionou a perda de memória do escritor. 

Qualquer dia é dia, qualquer hora é hora

0
Agora o serviço funciona 24h por dia, todos os dias da semana, inclusive aos domingos e feriados. 

De janeiro a junho de 2012, de acordo com a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o Disque Direitos Humanos - Disque 100, recebeu 122,458 ligações sobre crianças e adolescentes. Das 56.265 chamadas de denúncias, 17.286 se referiam à violência sexual. Em 2011, foram atendidas 82.281 denúncias sobre crianças e adolescentes, sendo 40% delas sobre negligência, e 11,53% sobre violência sexual.

Em qualquer situação, o conhecimento é o melhor caminho para a libertação

0
“Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento, Mas ninguém chama violenta às margens que o comprimem”.
(Brecht)

A Lei de Acesso à Informação está mudando a forma como o brasileiro se relaciona com sua própria história.

Em vigor desde 17/5, a lei já proporcionou o acesso a registros históricos, e apenas no primeiro mês de vigência da lei o governo recebeu 10,4 mil pedidos de informações, de acordo com balanço da Controladoria Geral da União (CGU).

Encontram-se no Arquivo Nacional, à disposição de qualquer interessado os documentos secretos e ultrassecretos do extinto Sistema Nacional de Informações e Contrainformação (SISNI), incluindo os serviços de inteligências da Forças Armadas, da Polícia Federal, de ministérios e outros órgãos do governo, como o Itamaraty.

WIDGETS QUE ABREM COM A BARRA DO FOOTER

Acompanhe o Feed

Fechar

ou receba as novidades em seu email

Digite seu email:

Entregue por FeedBurner

BARRA DO FOOTER

Blog desenvolvido por

Site Desenvolvido por Agência Charme
Bookmark and Share

Traduzir este Blog

Visitas

Assine o Feed

Curtir

Minimizar