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O diálogo e a negociação são os melhores caminhos para encontrar uma solução

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O governo federal, representado pelos ministérios do Planejamento e da Educação, assinou na sexta (3/8) com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior — Proifes o Termo de Acordo que assegura o envio de Projeto de Lei ao Congresso Nacional concedendo reajuste aos professores federais.

Com a assinatura, as partes dão por concluídas as negociações com os professores do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

O aumento varia entre 25% e 40%, sobre os salários de março, já reajustados, e será pago em três etapas, nos anos de 2013, 2014 e 2015 — na proporção de 40%, 30% e 30%.

O Acordo vale para todos, incluindo os professores dos ex-Territórios e das escolas ligadas ao Ministério da Defesa.

Até o dia 31, o governo enviará projeto de lei ao Congresso Nacional com os termos acordados no documento assinado e incluirá no Projeto da Lei Orçamentária Anual o valor que permitirá o pagamento, em 2013, da primeira parcela do reajuste. O custo total será de R$ 4,2 bilhões até 2015.

O aumento maior — de 40% — irá para o professor titular com dedicação exclusiva, o que leva o atual vencimento de R$ 12,22 mil para R$ 17,05 mil. E um professor com doutorado recém-ingressado na carreira passa a receber salário de R$ 8,4 mil durante o estágio probatório. Concluído esse período, de três anos, chegará a R$ 10 mil.

A análise das tabelas apresentadas pelo Planejamento e pelo MEC sinalizam claramente que o governo busca a valorização da titulação e a dedicação exclusiva ao magistério superior.

O ANDES, a outra entidade sindical, dirigida pelo partido PSol (Partido Socialismo e Liberdade), se recusou a assinar o acordo.

Minhas mentirinhas - Meme

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As queridas amigas Cynara, Clarice e Shirley me indicaram para participar deste Meme em que revelo algumas mentirinhas.

Peço desculpas pela demora no atendimento. Mas se demorei a responder foi por absoluta falta de tempo para preparar as mentirinhas.

Meninas,
Obrigada pela lembrança e carinho.
Um beijão!

As regras são:
1- Devo revelar dez fatos sobre mim. Destes, 06 devem ser verdadeiros e 04 mentirinha não prejudiciais à saúde. 
2- Desafiar os visitantes a descobrirem quais são os 4 fatos falsos.
3- Escrever um post revelando quais fatos falsos e apontar quem acertou os verdadeiros
4- Indicar 10 amigos para continuar a brincadeira.
5- Postar o selo do MEME.

Então, vamos lá!

Uma escritora de gana, e uma Fresta por onde olhar...

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"Impregnado de uma aura suína, que os analfabetos funcionais chamariam de “espírito de porco”, sempre me borrei de medo de poetas. E fujo deles como o diabo da cruz. Fosse este escriba um poeta, jamais declamaria um verso-clichê envolvendo diabos e cruzes. Mas passemos ao próximo parágrafo, para me livrar um pouco da pecha de medroso.

Na percepção imbecilizada dos não-leitores de poesia, o poeta não passa de um bicho amorfo e lamentoso. Escondido e suspirante no seu cantinho abandonado da casa: o quarto de despejo transformado em escritório. O incapacitado a aceitar as segundas intenções de um praticante da poesia não passa de um ingênuo. Na sua ignorância presunçosa, pensa que é superior ao senhor das torres de marfim, ao rei das metáforas do ser e do estar.

O julgamento no STF

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Mensaleiros, mensalões, punições, condenações, ocultações, isenções e suspeição.

Começa hoje o que a “grande” imprensa unida está cunhando de “o maior julgamento de todos os tempos!”.

Só não é maior que o grande Circo Místico porque é triste, tentam nos fazer acreditar.

Começou agora no Supremo Tribunal Federal o que transformará certezas em incertezas – ou não, apesar do fato de um de seus ministros aparecer na lista de pagamento de um determinado mensalão: o Mensal mineiro Azeredo, do PSDB. E este ministro tem nome, sobrenome, CPF e matrícula de servidor público do judiciário: Gilmar Mendes! 

O mesmo Gilmar que absolveu o mesmo Azeredo, no processo do mensalão mineiro, em uma ação no STF. 
Estranhamente a mesma imprensa que condena os chamados mensaleiros do PT, não divulgam uma linha sobre o envolvimento do ministro (Gilmar) no caso do mensalão mineiro do Azeredo e FCH, conforme denuncia da revista Carta Maior, a partir das provas apresentadas assentadas no processo pelo Ministério Público/MG e entregue à Polícia Federal.

Mais estranho ainda, é que esta mesma imprensa tenta tirar o foco de cima de Gilmar e prefere apontar a sua artilharia para outro ministro, o Dias Toffoli, por ter sido este em tempos pretéritos, advogado de um dos réus do mensalão, o ex-deputado professor Luizinho.

E o que revela a matéria? Trata-se da contabilidade de Marcos Valério para a re-eleição de Eduardo Brandão de Azeredo a governador de Minas, e de Fernando Henrique Cardoso para Presidente, em 1998, cuja documentação devidamente assinada pelo próprio Marcos, está registra em cartório (veja cópia na revista).

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