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Brasil, o país onde é preciso estar. E a Dilma também

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Afirmam, no Brasil, o IBOPE.  E na França, o  Challanges.

A pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope foi divulgada nesta manhã (14): 78% dos brasileiros aprovam a forma como a presidenta Dilma vem conduzindo o nosso país. E mais: 73% afirmaram confiar nela.

A presença da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Paris, ganhou a atenção dos meios de comunicação e do empresariado francês. Como prova disso, o influente semanário econômico “Challanges” dedicou a capa à visita de Dilma a França. A manchete da publicação não poderia ser mais explícita: “Brasil, o país onde é preciso estar”. Dilma convidou os empresários franceses a investir no Brasil e o ministro da Indústria francês convidou o Brasil a “utilizar a França como cabeça de ponte” para o mercado europeu.

Paris - A presidenta brasileira Dilma Rousseff prosseguiu quarta-feira em Paris sua dupla ofensiva, ao mesmo tempo política, contra as medidas de austeridade que estão sendo impostas em toda a Europa, e também comercial, com a oferta feita aos empresários franceses para que invistam no Brasil. Em ambos os casos, a partida parece ganha: a política, porque esse é o credo do presidente socialista François Hollande, que propõe uma combinação de poupança pública e investimentos para fomentar o emprego; a segunda, com a sedução do empresariado francês. 

Como prova disso, o influente semanário econômico “Challanges” dedicou a capa à visita de Dilma a França. A manchete não poderia ser mais explícita: “Brasil, o país onde é preciso estar”. O Brasil, de fato, atraiu a atenção da mídia francesa.

O Lugar onde Vivem

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Douglas
Enquanto as Catartídeas amolavam as garras e afiavam o bicos,
Mais de três milhões contavam sobre o lugar onde vivem.

Estudantes do quinto ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio participaram da terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. 

Nos últimos meses, entre seletivas municipais, estaduais e oficinas regionais, foram mobilizados 100 mil professores em 40 mil escolas da rede pública brasileira. Dos 152 finalistas, nas categorias poema, crônica, artigos de opinião e memórias literárias, 20 levaram a medalha - cinco de cada gênero, entregues no último dia 10. 

O tema deste ano foi “O Lugar onde Vivo”.

Neste ano, o estudante Henrique Douglas de Oliveira, 12 anos, aluno do sexto ano, levou o primeiro lugar na categoria poema. Ele escreveu sobre a rotina do pai, vaqueiro, e do sítio onde vive. 

"Ô de Casa?!
O sertanejo anseia
Uma visita em nossa terra,
Faz as honras da casa
E ansioso espera
São José intercede
E o povo reza..."

Anunciaram e garantiram

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Que o mundo ia se acabar...

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso a minha gente lá de casa começou a rezar
E até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite lá no morro não se fez batucada

Samba-choro de Assis Valente 
Composto e gravado pela primeira vez em 1938.

Portanto, a história é antiga.
Melhor cantar...


Os assim chamados ciganos: Os Calon, Romani e Sinti

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Apenas  o relato de um olhar observador...

“Uma coisa é certa: É um erro olharmos os ciganos como se fossem todos iguais. Não são”.
(Beth Muniz)

Conforme compromisso assumido com a querida amiga Van, participei ontem, pela manhã, de uma Audiência Pública no Senado Federal, denominada “Os assim chamados ciganos”, promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, em articulação com a Procuradoria dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF).

Segundo o senador Paulo Paim (PT/RS), esta, foi a Audiência Pública realizada na casa “que mais contou com a participação mais expressiva” de representantes do Executivo Federal. Estiveram presentes os Ministérios/Secretarias: Educação, Políticas de Igualdade Racial, Trabalho, Direitos Humanos (PR), Cultura, Cidades e a Academia (UNB).

Tema central
Toda a discussão girou em torno da importância da inclusão social dos povos ciganos, e sobre a necessidade, ou não, da criação do Estatuto dos Povos Ciganos, a exemplo do que já ocorre em outros seguimentos sociais.

Em resumo, 
-Os Rom - com características mais urbanas, acreditam que basta o texto Constitucional.
-Os Calon – que em sua maioria vivem em acampamentos, o estatuto será um importante instrumento complementar, de inclusão social. 
-Os Sinti não estavam representados.

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