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Vem aí a graduação-sanduíche

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Investir na expansão da concessão de bolsas de intercâmbio para pós-graduação  é a meta do governo Dilma.

Segundo o  Ministério da Educação (MEC), atualmente o País envia seis mil estudantes do ensino superior para estudar no exterior. A meta a ser alcançada até 2014 é de concessão de mais de 75 mil bolsas de estudos para estudantes brasileiros. 

A decisão foi divulgada durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), na terça-feira, dia 26/04, pela própria presidenta Dilma Rousseff, que aproveitou e pediu o apoio de empresários que compõem o conselho.

Dilma acrescentou: “Queria fazer um convite e um desafio aos senhores: eu acredito que o setor privado pode comparecer com uma ajuda aos estudantes brasileiros e ao Brasil, de forma que nos permita chegar a 100 mil bolsas em 2014”.

Ao reafirmar a disposição da presidenta Dilma, o ministro da Educação, Fernando Haddad, explicou que o plano de expansão de bolsas de intercâmbio deverá mirar o doutorado e a “graduação-sanduíche”, na qual o aluno estuda metade do curso no País e o restante em uma instituição estrangeira. O foco são as áreas estratégicas para o desenvolvimento do país. 

A medida pretende corrigir a deficiência em mão de obra qualificada, e é o desafio que o  governo terá que enfrentar se quiser manter o crescimento da economia e a ampliação das políticas de inclusão social.

E por falar em sanduíche, se a meta for atingida, fará muito bem para o bolso, estômago e o conhecimento de todos. 
E mesmo não tendo estômago, por tabela, para o  país.

12 comentários:

Hoje em dia, sem duvidas, as oportunidades para estudar são maiores e mais abrangentes. Eu adoraria estar entrando agora na universidade, provavelmente ia para o exterior melhorar a minha qualificação.


Bjs

Me diga Beth, qual sua opinião sobre o assunto?
Eu que tenho pouco conhecimento de assuntos políticos, imagino assim: por que ao invés de se investir pra o estudo fora, não se investe pra melhorar a qualidade da educação daqui pra não se ter tanto essa necessidade de ir estudar fora?

Muito obrigado pelos comentários lá. Sei que dá pra fazer confusão, até outro dia eu tava no Du Ventu e agora eu já tou no Só Pedaços, mas muito obrigado mesmo pela visita.

Levi Ventura

Beth,

Eu acredito que o estudo é a base de tudo. Da educação como pessoa, como ser humano, como profissional.

Há de se ter em mente e objetivo a qualidade do ensino e o contexto, para que este abra portas e não seja, simplesmente, um diploma.

O Brasil necessita de investimentos no setor. E investimentos sérios e comprometidos com a formação do jovem. Pra só depois disto, pensar em dar um salto fora do país. o negócio agora, é aqui!

Olá Beth,
Seja aqui ou no exterior.
A educação e cultura devem ser prioridades de investimentos do governo!
Beijos

Oi,
Beth,
a educação é mesmo prioridade. Por isso, acho que precisamos de um investimento de qualidade na nossa educação para que nossos jovens não precisassem buscar esse conhecimento fora.

Oi querida Sissym,
Eu também me arriscaria viver esta experiência.
Tem razão, as oportunidades hoje são ifinitamente maiores.
Bom final de semana!
Um beijão.

Oi Levi,
É claro que a educação de base deve ser a prioridade para qualquer país e nação .
Entretanto, não vejo incompatibilidade nas duas ações.
Eu mesma já tive a oportunidade de fazer curso fora do Brasil e confesso que me ajudou muito na minha formação profissional e visão de mundo.
Um abraço querido.

Oi querida Valéria,
Você tocou no ponto chave: Investimento.
Eu acrescento uma outra questão que é a necessidade do conhecimento em novas tecnologias em setores estratégicos como a área de engenharia, para atender as demandas internas, também é de fundamental importancia.
Pensar no aqui e agora sem dúvida é o tático. Mas, pensar no futuro e no fato de que estamos importando cérebros para executar ações que precisamos, deixando os nossos profissionais desqualificados não é a saída. O intercâmbio de conhecimento é uma prática mundial nos países desenvolvidos. E é por isso, chegaram que chegaram a esta estágio.
A troca de conhecimento e aperfeiçoamento com centros mais desenvolvidos, nos permitirá a transferência automática do saber e menos dependência nas diversas áreas.
Sinceramente, não vejo incompatibilidade. Desde que se continue investindo na eduação de base e técnica. E isto está acontecendo.
Valeu querida.
Um abraço e bom final de semana.

Oi querida Alba,
É isso!
O investimento em conhecimento, seja onde for, desde que se reverta em bem para o Estado e população, é fundamental.
Obrigada e bom final de semana.
Beijo.

Josy querida,
Aceite, por favor, os comentários que fiz para Alba, Valéria e Levi, como sendo para você.
Só acrescento uma coisa: Na minha humilde opinião, devemos busacar o conhecimento que necessitamos onde ele estiver.
Obrigada minha querida.
Bom final de semana.

Olá, gostaria de saber no meu caso como seria esta graduação-sanduíche. Eu estou no 8º período de engenharia de controle e automação. Estou no limite para me inscriver. Mas eu não gostaria de passar 12 mesese lá. Posso apenas fazer um semestre?

Oi Rebeca,
Obrigada pelo comentário.
Não sei lhe responder.
Apenas divulguei a matéria por achar interessante e de grande utilidade.
As informações detalhadas estão disponíveis na página do MEC.
Um abraço.
Obrigada por ter feito a travessia.

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