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Contando com mais de 240 deputados e ampla capilaridade nos principais partidos da Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como bancada da bala, é uma das maiores do Congresso Nacional. O grupo conta com uma sólida estrutura interna, organizada em coordenações regionais e institucionais. Nesse sistema, alguns membros-chave têm mais influência sobre as decisões internas do bloco.
Levantamento exclusivo do Awire, projeto do Congresso em Foco sobre segurança pública no Legislativo, mostra quais são os quadros mais influentes da bancada da bala nas duas Casas.
Nem todos os integrantes da frente conseguem transformar atividade intensa em influência. Pelo contrário: o perfil afrontoso de grande parte dos membros da bancada da bala chegou, em alguns momentos, a comprometer o próprio andamento de suas próprias atividades. É o caso, por exemplo, da recusa por parte do ex-ministro da Justiça Flávio Dino a comparecer em uma das audiências para as quais foi convocado.
Veja quem são os principais líderes da bancada pró-armas na Câmara:
Sanderson (PL-RS)
Alberto Fraga (PL-DF)
Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Marcos Pollon (PL-MS)
Capitão Augusto (PL-SP)
Caroline de Toni (PL-SC)
Ismael Alexandrino (PSD-GO)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Magno Malta (PL-ES)
Leia mais no site do Congresso em Foco
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LUCAS NEIVA
Em 07.02.2024
Essas afirmações foram cunhadas pela Ditadura Militar e reverberadas pela Mídia Corporativa para suas sobrevivências e, a consequente alienação da população. Relembremos:
Um País, em que em nome da estabilidade democrática comete crime hediondo contra o seu povo, assassinando e torturando os opositores na Ditadura Militar, inclusive jogando seus corpos no Mar, não pode se dizer pacífico.
Que pratica o feminicídio historicamente, mas que só recentemente foi enxergado, tipificado criminalmente e admitido por parte da população, de maioria masculina e branca. Que comete massacre policial de população em situação de rua. Que massacra pela força do aparato policial do Estado, a população encarcerada, fazendo justissimamente direto, sem observar o Estado de Direito Democrático e a Constituição da República, não pode ser considerado um país pacífico.
Onde as Forças Repressivas do Estado, primeiro acusa e mata para depois investigar. Onde o sistema judiciário é em grande escala corrupto e não protege a população mais vulnerável, que quase sempre perde as suas crianças para as balas que sabemos, não são perdidas, e tem direção certa.
Um País importador de armas, em que o Exército Brasileiro não exerce a sua função de controle de armamentos, e, permite assim, que essas sirvam tão somente para armar o crime organizado e os supostos atiradores esportivos dos não fiscalizados clubes de tiros, não pode ser considerado um país pacífico. Um País em que as forças policiais são dominadas por diversos grupos milicianos, que além de matar e sufocar as populações periféricas, as explora financeiramente, subjugando-as pelo terro e o medo.
Um país onde não se enxerga o limite entre o que deveria ser uma atividade institucional baseada na legalidade e o aparentemente legal, nas atividades dos governos e dos legislativos, não deve jamais ser agraciado com a cunha de um país legal para se viver. Isso não tem nada de Legal e legítimo, mesmo que alguns ache isso legal.
Um país que trata de forma branda os assassinos que calam vozes que denunciam a omissão do Estado, sejam líderes políticos, jornalistas, padres, freiras, membros de ONG’s, os defensores das Florestas e do Meio Ambiente, que nos protege contra o crime organizado e o tráfico de armas, de madeira e peixes na Amazônia, Pará e Região centro Oeste, jamais será um país pacífico.
Em um país onde ser mulher, mulher negra, gay, LGBTQIA+, preto e periférico é ser simplesmente nada, é um pais que não existe em sua plenitude, mas apenas, na imaginação daqueles que não se enxergam vivendo em um país que deve ser de todos os brasileiros.
Nas últimas cinco décadas, o Brasil se tornou um país muito estranho. Resquício das Ditaduras Militares no Continente Americano do Sul. Sim, somo americanos. Só que do Sul. Desse caldo de máquina de moer gente herdamos a hipocrisia política institucional, um aparata repressivo do Estado militar, uma cultura de acomodação de pensamento, de aversão à militância e a associação política e, a ideia de que precisamos sempre de um Messias que nos leve ao Paraíso, nem que para isso, tenhamos que mandar muita gente para o inferno.
Isso sem falar da sua incapacidade de reconhecer a própria história, preferimos a história contada pela visão dos opressores europeus, brancos, ricos e de olhos azuis. É mais legal né? mesmo que seja ILEGAL historicamente falando.
Nesse sentido, por mais que me custe, admito que o terrorista de direita chamado Bolsonaro, nesse final de governo que nunca existiu, nos anos 80, foi acusado de planejar atentados terroristas a quartéis e a explosão da adutora do Guandu, que abastece de água parte da cidade do Rio. Sua pregação sobre o uso de violência armada para atingir objetivos políticos parece ser método seguido pelos supostos patriotas, nos deixa definitivamente um único legado:
- Pôs fim de uma vez por todas à tese de que o Brasil é um país pacífico e que o brasileiro é bonzinho.
Não é. Pelos menos a metade da população não o é. A outra parte, felizmente resiste, na esperança de dias melhores.
Gravações inéditas apontam envolvimento direto de Bolsonaro no esquema de entrega de salários de assessores
Gravações inéditas apontam o envolvimento direto do presidente da República, Jair Bolsonaro, no esquema ilegal de entrega de salários de assessores na época em que ele exerceu seguidos mandatos de deputado federal (entre os anos de 1991 e 2018).
Os áudios podem ser ouvidos no vídeo que aparece nesta reportagem.
Em três reportagens publicadas hoje na coluna da jornalista Juliana Dal Piva, o UOL mostra gravações que revelam o que era dito no círculo íntimo e familiar do presidente.
As declarações indicam que Jair Bolsonaro participava diretamente da rachadinha: nome popular para uma prática que configura o crime de peculato (mau uso de dinheiro público).
Matéria completa:
https://noticias.
Senão deixar de ser prisioneiros virtuais e avançar sobre as ruas
Por que esse grito parado no ar? Parece que tudo está em suspenso: a democracia, os direitos humanos, a liberdade. Eis o teatro macabro no qual cotidianamente se desenrola a tragédia cujos atores e atrizes riem de si mesmos, enquanto a plateia, atônita, não sabe como estancar o sangue das vítimas de tantos sacrifícios ou repartir o pão para aplacar o sofrimento dos famintos.
As ruas de meu país se tornaram intransitáveis. Os carros se assemelham a feras ensandecidas, convencidas de que a estridência de suas buzinas tem o poder de abrir caminho a ferro e fogo. Nas calçadas, reduzidas a sarjetas, corpos maltrapilhos, abatidos por álcool e drogas, retratam a ontológica injustiça do sistema que nos engloba.
* Frei Betto.
Que à época poucos entenderam.
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No dia 12 de junho de 2010, a guerra dos Estados Unidos contra o Afeganistão confessou sua razão:
- O Pentágono revelou que aquele país há jazidas que valem mais de um milhão de dólares.
E, não são jazidas de talibãs.
São jazidas de ouro, cobalto, cobre ferro e sobretudo, lítio.
Lítio, imprescindível nos telefones celulares e nos computadores portáteis.
Muito mais que o combate ao inimigo nº 1 da América, eis a real justificativa para a invasão.
(Os Filhos dos Dias, Eduardo Galeano).
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Hoje a história se repete. Só que dessa vez a riqueza ameaçada é a Amazônia e o Cone Sul, além do Brasil, que o Bolsonaro acredita ser só dele e dos seus milicos e fundamentalistas governamentais.
Nessa perspectiva, diversas ações foram pensadas, pelo poder público e pela sociedade civil, para dar continuidade à produção cultural neste período. Destaco o grande movimento nacional de criação da Lei Aldir Blanc, atualmente em espera de sanção presidencial, que destinará R$ 3 bilhões para municípios e estados, para aplicação em ações emergenciais de apoio ao setor cultural.E o Gado quer manter o cercadinho no Alvorada. O TaOk? não quer.
Será porque?
Ah, eles não sabiam, mas o Queiroz é comunista. Olha a cor da camiseta dele!
Beth Muniz

Que sente ódio dos índios, ciganos, pobres, negros, quilombolas e pessoas despossuídas de acesso ao mínimo direito à sobrevivência, por mais precário que este direito seja.









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