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"Estamos vivendo em uma era de rápida evolução tecnológica, onde a interseção entre tecnologia e sociedade está redefinindo nossa forma de viver e interagir com o mundo ao nosso redor.
Neste contexto, o futurista australiano Brett King trouxe à tona o conceito de "tecnossocialismo". Em seu livro mais recente, "The Rise of Technosocialism” (“A Ascensão do Tecnossocialismo”, em tradução livre), Brett King explora como a tecnologia, a inteligência artificial e as mudanças climáticas podem desempenhar um papel fundamental na construção de uma nova ordem mundial.
Mas afinal, o que é o tecnossocialismo?
Em essência, esse conceito desafia os paradigmas tradicionais do capitalismo, propondo uma sociedade na qual a tecnologia e os avanços sociais se entrelaçam para criar um ambiente mais igualitário e sustentável.
No livro, King analisa como a tecnologia está cada vez mais democratizando o acesso a recursos e oportunidades, ao mesmo tempo em que coloca em pauta questões cruciais, como a desigualdade social e as mudanças climáticas. Ele argumenta que a combinação desses fatores pode levar a uma transformação radical no nosso modo de viver e trabalhar.
Ao explorar o tecnossocialismo, mergulhamos em um debate profundo sobre como a tecnologia pode ser empregada para o benefício de todos, permitindo uma sociedade mais justa e consciente.
Para abordar esse assunto mais a fundo, no dia 27 de julho, quinta-feira às 20h (horário de Brasília), teremos nossa aula inédita e online “A Revolução da Inteligência Artificial” com Brett King, autor best-seller global."
Você vai descobrir como se preparar para os impactos gigantescos e definitivos das novas tecnologias.
Esteja presente, não haverá replay!
Um abraço.
Instituto Conhecimento Liberta - ICL
Os 105 anos da autora de Gracias a la Vida
Violeta Parra e suas cinco canções mais revolucionárias
Embora sua obra mais popular tenha sido "Gracias a la vida", Violeta fez outras grandes composições que se tornaram verdadeiros manifestos populares.
Violeta Parra, cantora e compositora chilena, nasceu em um dia como hoje, 4 de outubro, mas em 1917 e decidiu deixar este mundo em 5 de fevereiro de 1967.
A artista partiu aos 50 anos, carregando a poesia de "Gracias a la vida "e outros manifestos poderosos musicados em grandes obras políticas.
Em entrevista a Violeta Parra em 1964 em Paris, França, o seguinte diálogo ocorreu entre uma jornalista suíça e a artista chilena:
- Violeta, você é um poeta, um músico, você faz serapilheira, você pinta. Se eu lhe desse para escolher apenas um desses meios de expressão, qual você escolheria, se você tivesse apenas aquele único método de expressão?
- Eu escolheria ficar com as pessoas.
- E você desistiria de tudo isso?
- São as pessoas que me motivam a fazer todas essas coisas.
Essa conversa espontânea e transparente, ocorrida enquanto a chilena pintava um quadro, é a demonstração mais simples e genuína da paixão de
Violeta Parra: seu povo.
Você já parou para pensar qual é o principal Objeto político de desejo de Bolsonaro?
Publicado por Beth MunizBem, se levarmos em conta o seu meliante histórico, podemos afirmar que é ser um Ditador de Direita no Continente Latino Americano do Sul, já que no do Norte, o seu desejo virou pó com a derrota do Trump e a vitória do Biden. Neste caso não foi apenas o hambúrguer do filho que foi fritado, e sim ele próprio.
Eleito sob a cortina de fumaça de combate à corrupção e da “nova” forma de fazer política sem ideologias, enganou àqueles que se deixaram enganar, por puro ódio ao Lula e ao PT.
E foi soltando bombas verbais que se elegeu. O atual e incompetente presidente (segundo as pesquisas) além de midiático é bombástico. Isso mesmo: Gosta literalmente de Bombas.
- Em 1987, em sua edição de 25 de outubro, a revista VEJA publicou a reportagem “Pôr bombas nos quartéis, um plano na Esao [Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais]”, mostrando que Bolsonaro e outro militar, Fabio Passos tinham um plano de explodir bombas em unidades militares do Rio para pressionar o comando.
- Hoje o desejo dele quer é explodir o País.
Se prestarmos um pouquinho mais de atenção à imagem de Bolsonaro, descobriremos que ele tem o biótipo do maior Ditador da história mundial: Hitler.
Infelizmente, para humanidade, nem todas as mulheres desempenham ou desempenharam o papel de boazinha. E o fazem/fizeram com orgulho e convicção. Vemos isso bem aqui pertinho, na base de apoio do governo Bolsonaro. Agem como verdadeiras arianas nas ideias e no comportamento, no Governo e no Parlamento.
Quando li livro "As mulheres do Nazismo", inicialmente fiquei muito chocada. Depois, procurei um link entre o que li e o que observo na atual política brasileira. Por isso sugiro a sua leitura.
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Sinopse
Consultora do Museu do Holocausto, a norte-americana Wendy Lower mostra, em As mulheres do nazismo, como uma geração de jovens alemãs - enfermeiras, professoras, secretárias, entre outras - anestesiadas pela propaganda hitlerista e movidas por um fervor nacionalista doentio enxergaram o nazismo como uma opção profissional ou quase matrimonial (alguma semelhança?), e colaboraram com o regime, sem vislumbrar os horrores que viriam depois.
No livro, que foi finalista do National Book Award e ganhou destaque na imprensa internacional, Lower tenta decifrar o que levou tantas mulheres a se transformar em assassinas durante a Segunda Guerra Mundial, revelando uma faceta pouco conhecida do conflito.
Boa leitura.
Beth Muniz
Senão deixar de ser prisioneiros virtuais e avançar sobre as ruas
Por que esse grito parado no ar? Parece que tudo está em suspenso: a democracia, os direitos humanos, a liberdade. Eis o teatro macabro no qual cotidianamente se desenrola a tragédia cujos atores e atrizes riem de si mesmos, enquanto a plateia, atônita, não sabe como estancar o sangue das vítimas de tantos sacrifícios ou repartir o pão para aplacar o sofrimento dos famintos.
As ruas de meu país se tornaram intransitáveis. Os carros se assemelham a feras ensandecidas, convencidas de que a estridência de suas buzinas tem o poder de abrir caminho a ferro e fogo. Nas calçadas, reduzidas a sarjetas, corpos maltrapilhos, abatidos por álcool e drogas, retratam a ontológica injustiça do sistema que nos engloba.
* Frei Betto.
Sobre a sua disciplina e postura no ato:
🚫 Não vá ao ato caso: seja do grupo de risco e não tenha sido vacinado com as duas doses; more com alguém nessa situação; esteja com sintomas ou se sinta inseguro/a;
🚫 Não vá ao ato caso: não seja disciplinado/a suficiente; não queira seguir os protocolos de segurança sanitária orientado pela direção política do ato;
Se vai ao ato de forma disciplinada e com segurança, então:
🚶🏿♂️Seguiremos em 3 grandes filas em formato “indiano”, como o MST realiza suas marchas, com distanciamento de 2 m entre um militante e o outro;
🚻 Faremos blocos com faixas nas filas, cada bloco terá uma coordenação para orientar os participantes;
🏳️ Portaremos bandeiras pequenas e médias. Panor gigante, bandeiras gigantes de pé não serão utilizadas;
😷 A coordenação do ato distribuirá máscaras para quem precisar e para quem estiver passando nas ruas.
🤝 Lembre-se! Cada companheiro/a deve orientar o próximo sobre segurança sanitária e disciplina militante. Se gurança e disciplina, o foco é #ForaBolsonaro e não somos negacionistas!
Sobre a Covid-19 e a segurança no ato:
↔️ Mantenha distância das pessoas de pelo menos 2m e lembre seus companheiros/as disso;
🦠 Mantenha-se de máscara o tempo todo, de preferência a PFF2.
▪️Leve uma extra e troque caso ela esteja úmida ou esteja danificada;
▪️Lembre-se de colocar e retirar a máscara corretamente;
▪️Se puder, leve uma máscara (PFF-2) para doar a alguém;
🧴 Leve álcool 70° em gel e use sempre:
▪️Se precisar receber ou passar um cartaz/placa/faixa;
▪️Seja solidário e aplique álcool nas mãos de quem precisar.
👱🏾♀️ Vá de cabelo preso e evite acessórios;
🗞 Leve suas próprias placas e cartazes;
🥤Não compartilhe frascos com água;
O que portar:
O dicionário biográfico Excluídos da História foi feito pelos estudantes que participaram da quinta fase da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), iniciativa criada em 2009 pela Unicamp
Do cacique Tibiriçá, nascido antes de 1500 e batizado pelos jesuítas como Martim Afonso de Sousa, que teve papel importante na fundação da cidade de São Paulo a Jackson Viana de Paula dos Santos, jovem escritor nascido em Rio Branco (AC) no ano 2000, fundador da Academia Juvenil de Letras e representante da região norte na Brazil Conference, em Harvard.
Essas são as duas pontas de uma linha do tempo que busca contar a história de importantes personagens brasileiros que estão fora dos livros oficiais, num total de 2.251 verbetes, publicados agora como dicionário biográfico Excluídos da História.
O trabalho foi feito pelos 6.753 estudantes que participaram da quinta fase da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) do ano passado, entre os dias 3 e 8 de junho de 2019, divididos em equipes de três participantes cada.
A olimpíada foi criada em 2009 pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e reúne atualmente mais de 70 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio em uma maratona de busca pelo conhecimento em história do Brasil. A competição tem cinco fases online, com duração de uma semana cada, e uma prova para os finalistas das equipes mais bem pontuadas para definir os medalhistas.
Começou com samba enredo da Estação Primeira de Mangueira, escola campeã do carnaval carioca no ano passado, que levou para a Sapucaí o enredo História para Ninar Gente Grande.
Devido à pandemia do vírus Covid-19 O Festival de Cinema de Alter do Chão 2020 será realizado pela WEB no portal do Festival.
O FEST ALTER esse ano dará mais uma oportunidade de visibilidade aos filmes participantes com a criação da
AMAZÔNIA FEST ALTER TV
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| Ivan Lins, MPB4 e João Bosco |
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| Meu caminho |
Está presente desde que Cuba enviou uma brigada médica para ajudar as vítimas do terremoto que atingiu o Chile em 1960.
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Em parceria com Rolando Antonio Gómez Gonzáles, do Portal Vermelho.
















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