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Liberdade de informação em dois parágrafos

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Cuidado: A Folha de São Paulo está de olho em você.

Coibir o uso “indevido” que terceiros fazem de seu conteúdo exclusivo é o objetivo do jornal para preservar a "liberdade de expressão", foi o que informou  o jornal na  quarta, 19.

Liberdade de expressão, com coibição. Não seria uma contradição?

Claro que sim.

Mas em se tratando da velha mídia, isso é apenas um detalhe.

Há algo de muito estranho pairando no ar...

O processo de restrição à veiculação das matérias da Folha, começou em janeiro de 2011, A partir daí, dezenas de sites foram notificados.

Desde julho de 2012, a Folha passou a administrar seu conteúdo no sistema conhecido como "paywall poroso", onde o assinante tem acesso ilimitado, o usuário eventual tem acesso a um determinado número de textos por mês, até que... Para continuar, só pagando.

Finalmente o bom senso. Não deu pra Globo!

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Finalmente o STF respeita a Constituição e o Congresso Nacional.

Jurista vê nazismo jurídico em prisão imediata.

A prisão imediata de qualquer réu no país antes do trânsito em julgado, como mera antecipação da pena, como pediu o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e vai julgar sozinho o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, "tem todo sabor de exceção, colocando esse ato, com todo colorido populista, ao lado dos atos idênticos dos juristas nazistas".


E parece que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu isso, ao rejeitar nesta sexta-feira o pedido de prisão imediata dos condenados no julgamento do mensalão. 

O pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na noite de quarta-feira. Gurgel queria que a prisão ocorresse antes mesmo do trânsito em julgado da ação, ou seja, antes da análise dos recursos que a defesa ainda pode apresentar. Como as atividades do tribunal foram encerradas na quarta para o recesso, a decisão foi tomada por Joaquim sem consulta aos demais ministros.

O STF volta a funcionar plenamente apenas em fevereiro de 2013.

Mais uma monumental obra do Niemeyer

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A última,

E será em Brasília.

O Instituto João Goulart quer construir, até 2014, a última obra de Oscar Niemeyer para Brasília, o Memorial a Jango.

A empreitada, orçada em R$ 15 milhões, tem patrocínio da Petrobras e Eletrobras e apoio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, além da cooperação da Secretaria de Cultura do DF.

O memorial deve ser construído no Eixo Monumental, entre a Catedral Militar Rainha da Paz e o Memorial Juscelino Kubitschek.

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