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Sem as mulheres, os Direitos jamais serão Humanos

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Bertha Lutz
E na linha do tempo da conquista desses direitos, muito se fez. 
Ainda há muito a ser feito.

Entretanto, uma coisa é certa: todos foram conquistados a partir de muita luta, sofrimento, enfrentamento da opressão e repressão, busca pela superação dos valores sociais previamente estabelecidos pelo mundo masculino, até então predominantemente dominante.
Mas, os momentos de alegrias não estiveram ausentes. Foram, e ainda são muitos.

E neste Dia Internacional da Mulher é importante se fazer o resgate a partir da Linha do Tempo apara que estas conquistas jamais sejam esquecidas e/ou desvalorizadas.

Pessoalmente, tenho muito orgulho de ter participado ativamente de algumas destas conquista, especialmente das três ultimas relacionadas.

Feliz Dia Internacional das Mulheres.

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A inquisição, o inquisidor e o assento

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O mesmo assento.

Quando a inquisição colocou Boff no mesmo assento de Giordano Bruno e Galileu, o inquisidor era o cardeal Joseph Ratzinger.

Durante o debate sobre o futuro da Igreja, o teólogo brasileiro Leonardo Boff lembrou que Ratzinger o colocou no mesmo assento que os processados e julgados pela Inquisição. Página/12 perguntou a ele se seu relato era literal. Uma história que cruza toda a transformação do Vaticano em uma poderosa monarquia absoluta. 

Ele esperou até 1992 para deixar os hábitos de monge franciscano e abandonar o monastério onde vivia. A essa altura já havia atravessado uma experiência impactante: no dia 7 de setembro de 1984, o chefe da antiga Inquisição, hoje chamada de Congregação para a Doutrina da Fé, o colocou no mesmo assento que ocuparam o teólogo Giordano Bruno e o astrônomo Galileu Galilei. O inquisidor era o cardeal Joseph Ratzinger, então braço direito doutrinário de João Paulo II e depois Papa a partir de 2005 até a última quinta-feira (28). O interrogado era o brasileiro Leonardo Boff.

O Brasil é uma "cachaça"

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E a Cachaça é do Brasil.

Finalmente, e após uma longa batalha, a cachaça fabricada no Brasil é reconhecida. Para se chamar cachaça nos EUA, o produto terá obrigatoriamente ter origem brasileira constatada e estar de acordo com padrões oficiais de identidade e qualidade. 

Em troca, o governo brasileiro, conforme entendimento previamente definido entre os dois países, terá 30 dias para formalizar o reconhecimento do Bourbon e do Tennessee Whisky, produtos norte-americanos.

Para os produtores e exportadores brasileiros o reconhecimento é importante porque evitará que a cachaça torne-se mais um destilado genérico como a Vodca e o Rum, produzidos em todo o mundo. 

A exclusividade dada para a origem brasileira, juntamente com a obrigação das cachaças vendidas nos EUA estarem conforme os padrões oficiais brasileiros de identidade e qualidade, disciplina o perfil da nova categoria entre os destilados, que no futuro deverá se formar naquele mercado. 


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