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Bom dia Brasil. Bom dia Mundo. Bom dia ONU. Bom dia Mulherada!

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Bom dia homens e mulheres de boa fé e esperança no futuro!
Estamos de volta!
Nada melhor que retornar neste dia tão especial.
E para recomeçar, reproduzo uma matéria, que enquanto brasileira e mulher me enche de orgulho.


Na abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta quarta-feira (21/9) em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff proferiu amplo discurso e abordou assuntos como representatividade das mulheres, crise econômica, reforma do Conselho de Segurança da ONU, Palestina e meio ambiente. No início de sua fala, afirmou ter certeza de que este será o século das mulheres.

“Pela primeira vez na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo”, ressaltou.

Dilma chamou a atenção para o momento de crise financeira que o mundo vive e disse acreditar que, se não debelada, a crise pode se transformar em uma grave ruptura política e social. “Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção”, frisou. Na opinião da presidenta, como todos os países sofrem as consequências da atual situação econômica, todos têm o direito de participar das soluções. 

“Essa crise é séria demais para que seja administrada apenas por uns poucos países”.

Para Dilma, a crise é ao mesmo tempo econômica, de governança e de coordenação política. Segundo ela, ainda não foi encontrada uma solução por falta de “recursos políticos e de clareza de idéias” por parte dos países desenvolvidos. Citou, ainda, o exemplo de como o Brasil tem agido para fazer frente aos efeitos negativos da atual conjuntura.

“O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea; um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não-permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento”.

Mencionou em seu discurso o fato de o Brasil ter descoberto que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. 

“Uma verdadeira política de direitos humanos tem por base a diminuição da desigualdade e da discriminação entre as regiões, entre as pessoas e entre os gêneros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil”. 

Bom dia Dilma!
Parabéns pela clareza de ideias.
Que o mundo nos ouça!
Fonte: Blog do Planalto

2 comentários:

Eu começo a gostar de Dilma... Mas ainda não sinto segurança na clareza de ideias dos políticos...

Acho que a ganância ainda impera, e mesmo as mulheres não estão livres dessa praga mental.

Torço para que as ideias mudem e que realmente entendamos que uma enorme diferença social é prejudicial para todos!

Bjs!

Olá Beth querida!
Acredito que chegaremos um dia à tão almejada ideologia de igualdade social e um mundo menos egoísta e ganancioso.
Partindo de bons exemplos e coragem dos governantes e da consciência coletiva!
A fé não costuma falhar, como diz a música do Gil.
Obrigada por compartilhar esta informação que nos revela esperança e otimismo!
Beijos com carinho!

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