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O medo mata. O preconceito também

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Pesquisa mostra que um quinto das pessoas que fazem exame de HIV no Emílio Ribas desiste do resultado.

Um levantamento feito pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas aponta que de 867 pessoas que fizeram exame de sorologia para HIV no instituto, entre janeiro e dezembro de 2012, um quinto não voltou para buscar o resultado do teste. De acordo com o infectologista Jean Gorinchteyn, o medo e a falta de informação são os principais motivos que levam a não querer saber o resultado do exame.

“As pessoas se encorajam a fazer o exame, mas o que as faz não buscar é o fato de que ao fazer o exame entram no ambiente hospitalar e imaginam que elas possam ter, com o diagnóstico positivo, uma mudança completa de vida, com enfrentamento de preconceitos e tudo mais”, disse.

Gorinchteyn reforçou que é preciso que as pessoas se conscientizem da necessidade de saber o resultado do exame. Assim, caso estejam contaminadas, possam se tratar e evitar a transmissão do vírus para outras pessoas. Segundo ele, cerca de 30% das pessoas que fazem o exame estão infectadas. “Eles acham que estão bem, pois normalmente estão em uma fase na qual não têm alterações imunológicas. Quando descobrem, é a hora que vão ter as doenças oportunistas”. O médico disse ainda que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento.

Agência Brasil

1 Comentário:

Olá Beth! Realmente o medo e o preconceito matam. Porem o que leva muitas pessoas a não retirar o resultado do exame é o medo,(na minha opinião) porque nestas alturas o medo da morte elimina qualquer indicio de preocupação com o preconceito. Digo isto porque fui casada com um homem de muitas mulheres e antes de me divorciar queria ter a certeza que não tinha contraído doença nenhuma. Só que não tive coragem de enfrentar o resultado do exame, o medo me deixou totalmente paralizada e inerte e tudo que menos me preocupei foi com o preconceito. Conclusão desta história: alguem teve que pegar o resultado pra mim e como era particular fui obrigada a receber o diagnostico por telefone. E graças a Deus estava sã e salva. O medo nestas situações é terrível! e só quem sentiu sabe o que significa. Eu sofro de síndrome do pânico e não tenho problema nenhum em afirmar que tenho. E passo por cima de qualquer preconceito referente a este assunto. A sociedade é mesmo ingrata e preconceituosa e a pessoa necessita trabalhar muito o seu interior para não se deixar ser atingida por ela.Abraços

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