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Antes de ir à posse do terceiro ministro negro do STF, Dilma põe todos os pingos nos "is"

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Afinal ministro, Dilma nunca foi e jamais será um Poste.

NOTA OFICIAL
Na leitura de relatório, na sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal, o senhor ministro Joaquim Barbosa se referiu a depoimento que fiz à Justiça, em outubro de 2009. Creio ser necessário alguns esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvidas acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário.

Entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma histórica crise na geração e transmissão de energia elétrica, conhecida como “apagão”.

O Apagão da conveniência

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Dos que tentaram apagar a escravidão da história e da memória dos brasileiros.

Em palestra realizada na segunda-feira (19) na Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília, o professor e pesquisador Edson Lopes Cardoso destacou a importância de ações que valorizem a inserção de raça e de gênero na sociedade brasileira. A palestra fez parte das comemorações do Dia da Consciência Negra (ontem), 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares.

Segundo o professor, entre a Lei Áurea, sancionada em 1888 e a Lei 3.708, de 2001, sancionada pelo governo Lula, que instituiu o primeiro sistema de cotas nas universidades para estudantes afrodescendentes, não houve nenhuma iniciativa que beneficiasse o negro. “Apagamos a escravidão da história” disse.

A nossa África é o Brasil Quilombola

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E a África Quilombola é no Brasil.


E em comemoração ao mês da Consciência Negra (novembro), a Fundação Cultural Palmares certificou 1.834 comunidades quilombolas, que representam um patrimônio cultural da sociedade brasileira.

As comunidades são majoritariamente rurais e sobreviveram por se manterem unidas ao longo de séculos a partir das suas relações históricas, com unidade territorial, ancestralidade, tradições e práticas culturais e religiosas.
Prática que nos centros urbanos é rara.

As comunidades certificadas e as 193 com território titulado têm acesso a políticas sociais, com equipes de Saúde da Família e de Saúde Bucal. Além das medidas de regularização fundiária.

Onze (11) comunidades receberão a suas declarações de interesse social e outras duas comunidades de Sergipe receberão o título definitivo do seu território. Também serão certificadas pela Fundação Cultural Palmares mais 23 comunidades do Piauí.

Para garantir o atendimento, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) receberá R$ 1,2 milhão da Secretaria de Igualdade Social (Seppir), que deverão ser usados na identificação e delimitação de terras de 3.350 famílias em 26 comunidades.

A regularização fundiária permite o acesso com maior segurança a políticas de inclusão produtiva e de infraestrutura, como o “Minha Casa, Minha Vida”, o programa Luz para Todos e investimentos em saneamento básico.

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