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O que pode um corpo morto: Quem mostrar as piores mortes ganhará a simpatia do público

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Sobre a potência do corpo vivo pouco se sabe.

Tantos séculos de intimidação, repressão e educação dos gestos resultaram em hesitação e fragilidade.
O corpo não está lá onde o vemos: nos retoques da publicidade, nos ideais de beleza, nas academias de ginástica, nos ídolos do esporte. O corpo, vivo, é outra coisa. Sua potência fala através de suores, movimentos, deslocamentos, envolvimentos, intensidades. É uma potência que se atualiza no indignado, na criança brincando, no calor dos amantes, no calafrio do enfermo, no tremor do soldado, nos mistérios do metabolismo.

Por isso é mais fácil explorar corpos mortos...
Que nada mais têm a dizer e se dão à dissecção fria dos especialistas. A ciência e a imprensa sabem disso. Houve um tempo em que a exibição de imagens de cadáveres era reservada à mídia dita sensacionalista. Na maioria das redações havia uma regra clara a esse respeito e, quando não, o acordo era tácito. Hoje, mesmo na imprensa que se arroga respeitável, o flerte com a morte é escandaloso e assume várias formas. Está presente, por exemplo, na divulgação pouco investigada da ameaça de um suicídio indígena em massa, também em fotografias de mortos por chacinas e em imagens amadoras vindas de celulares que, espalhados mundo afora, mostram cadáveres ultrajados de crianças, mulheres e famílias, corpos da guerra e do terrorismo.

Afinal ministro, Dilma nunca foi e jamais será um Poste.

NOTA OFICIAL
Na leitura de relatório, na sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal, o senhor ministro Joaquim Barbosa se referiu a depoimento que fiz à Justiça, em outubro de 2009. Creio ser necessário alguns esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvidas acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário.

Entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma histórica crise na geração e transmissão de energia elétrica, conhecida como “apagão”.

O Apagão da conveniência

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Dos que tentaram apagar a escravidão da história e da memória dos brasileiros.

Em palestra realizada na segunda-feira (19) na Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília, o professor e pesquisador Edson Lopes Cardoso destacou a importância de ações que valorizem a inserção de raça e de gênero na sociedade brasileira. A palestra fez parte das comemorações do Dia da Consciência Negra (ontem), 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares.

Segundo o professor, entre a Lei Áurea, sancionada em 1888 e a Lei 3.708, de 2001, sancionada pelo governo Lula, que instituiu o primeiro sistema de cotas nas universidades para estudantes afrodescendentes, não houve nenhuma iniciativa que beneficiasse o negro. “Apagamos a escravidão da história” disse.

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