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Em uma sociedade de Matadores...

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É preciso reduzir o homem ao réptil que foi na origem dos tempos.

“Uma sociedade que envia seus jovens ao mundo inteiro para matar, em nome dos negócios, não pode espantar-se com os massacres de seus adolescentes e suas crianças, como o de Columbine, e o recente, em Newtown, em Connecticut. 

Muito da cultura norte-americana tem sido, desde a guerra deliberada contra os índios e o avanço para o Oeste, uma cultura da morte. Para formar exércitos de assassinos, é necessário adestrar  seus possíveis integrantes para matar sem vacilações. Para isso é preciso criar os mitos, como os do heroísmo, da coragem, da ousadia, da força física, da astúcia dos predadores,  contra os povos indefesos do mundo inteiro. 
Ao mesmo tempo, essa sociedade tem dado ao mundo excepcionais pensadores, escritores e cineastas que, de certa forma, procuram compensar a brutalidade construída para a defesa dos poderosos titãs das finanças e das corporações industriais que, há mais de cem anos, vem conduzindo a economia e a política internacional, em seu proveito.

A idéia de matar é estimulada nos americanos desde a infância. Na adolescência, a arma de fogo, para muitos, é símbolo da masculinidade. E esse apego à violência e ao sangue tem sido exportado ao mundo inteiro pela sua fantástica indústria do entretenimento, na literatura, no cinema e, mais recentemente, nos jogos eletrônicos e nos enlatados da televisão.  

O Encontro

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A porta estava fechada:

-Quem é?
-Sou eu.
-Não conheço você.

E a porta continuou fechada.
No dia seguinte:
-Quem é?
-Sou eu.
-Não sei quem você é.

E a porta continuou fechada.
-Quem é?
-Sou você.
E a porta se abriu.

(Do poeta persa Farid al-din Attar, nascido em 1.119, na cidade de Nishapur).

A você que está pelos 4 Cantos do Mundo...

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Neste dia especial,

Não se preocupe, não vim te pedir algo. 
Muito menos algo material...
Também não te darei nada de meu.

Porque, tudo que tenho de meu é tão pouco
que não sei se te agradaria...

Mas, se realmente desejares algo especial,
Divido contigo o que me é mais caro:
O meu desejo de construir

Um mundo melhor, mais solidário e mais amoroso.
Isto em mim, sim, é realmente imenso,
E posso te dar de presente.

Um abraço fraterno.
Feliz Natal!



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