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E... Se você fosse um livro, qual livro seria?

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Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? 

Faça o teste clicando no link abaixo, responda as perguntas e descubra. É divertido e surpreendente.

Uma sugestão da minha amiga Josy Nunes, do Blogue Banana com Farinha.

O meu teste deu "Morte e vida severina", de João Cabral de Melo Neto, assim descrito:

"Às vezes você tem uma séria vontade de estapear as pessoas, só para fazê-las acordarem e perceberem as injustiças deste mundo. Como podem viver em seus mundinhos banais, quando há quem passe fome e totalmente à margem de qualquer conforto ou assistência? Esta talvez seja a sua maior revolta. Por isso, você tenta fazer a sua parte. Talvez por meio de um trabalho voluntário, participando de movimentos populares ou somente se exaltando em rodas de amigos menos engajados. De qualquer maneira, você consegue de fato comover pessoas com seu discurso apaixonado e, ao mesmo tempo, baseado numa lógica de compaixão e igualdade que ninguém pode negar.

Essa missão é mais do que cumprida pelo belo "Morte e vida severina" (1966), poema dramático escrito pelo pernambucano Melo Neto que se tornou símbolo para uma geração em conflito com as consequências sociais geradas pelo capitalismo selvagem".

Clique aqui e descubra o seu: 



As 40 perguntas que Yoani Sánchez não irá responder

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Por ter muito a esconder...

Perguntas para Yoani Sánchez em sua turnê mundial: famosa opositora cubana fará seu giro global por mais de uma dezena de países do mundo.

1. Quem organiza e financia sua turnê mundial?

2. Em agosto de 2002, depois de se casar com o cidadão alemão chamado Karl G., abandonou Cuba, “uma imensa prisão com muros ideológicos”, para imigrar para a Suíça, uma das nações mais ricas do mundo. Contrariamente a qualquer expectativa, em 2004, decidiu voltar a Cuba, “barco furado prestes a afundar”, onde “seres das sombras, que como vampiros se alimentam de nossa alegria humana, nos introduzem o medo através do golpe, da ameaça, da chantagem”, onde “os bolsos se esvaziavam, a frustração crescia e o medo se estabelecia”. Que razões motivaram esta escolha?

3. Segundo os arquivos dos serviços diplomáticos cubanos de Berna, Suíça, e de serviços migratórios da ilha, você pediu para voltar a Cuba por dificuldades econômicas com as quais se deparou na Suíça. É verdade?

4. Como pôde se casar com Karl G. se já estava casada com seu atual marido Reinaldo Escobar?

5. Ainda é seu objetivo estabelecer um “capitalismo sui generis” em Cuba?

6. Você criou seu blog Geração y (Generación Y) em 2007. Em 4 de abril de 2008 conseguiu o Prêmio de Jornalismo Ortega e Gasset, de 15 mil euros, outorgado pelo jornal espanhol El País. Geralmente, este prêmio é dado a jornalistas prestigiados ou a escritores de grande carreira literária. É a primeira vez que uma pessoa com seu perfil o recebe. Você foi selecionada entre cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time (2008). Seu blog foi incluído na lista dos 25 melhores blogs do mundo pela cadeia CNN e pela revista Time (2008), e também conquistou o prêmio espanhol Bitacoras.com, assim como The Bob’s (2008). El País lhe incluiu em sua lista das cem personalidades hispano-americanas mais influentes do ano 2008. A revista Foreign Policy ainda a incluiu entre os dez intelectuais mais importantes do ano em dezembro de 2008. A revista mexicana Gato Pardo fez o mesmo em 2008. A prestigiosa universidade norte-americana de Columbia lhe concedeu o prêmio María Moors Cabot. Como você explica esta avalanche de prêmios, acompanhados de importantes quantias financeiras, em apenas um ano de existência?

7. Em que emprega os 250 mil euros conseguidos graças a estas recompensas, um valor equivalente a mais de 20 anos de salário mínimo em um país como França, quinta potencia mundial, e a 1.488 anos de salário mínimo em Cuba?

Como um publicitário superou um ditador

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Com Gael Garcia Bernal, 

NO, o filme, conta como um publicitário superou o General Pinochet
Indicado ao Oscar de filme estrangeiro, 'No', do diretor Pablo Larrain e estrelado por Gael Garcia Bernal, narra a história do plebiscito de 1988 que pôs fim à era Pinochet. Na época, pela primeira vez a oposição conseguiu quinze minutos de propaganda eleitoral, em que teve a tarefa de convencer os chilenos de que chegara a hora da mudança.

No final dos anos 80, o ditador chileno Pinochet queria suavizar sua imagem e passou a trocar sua indumentária militar por ternos elegantes. Sob a pressão dos EUA, seu aliado no golpe de 73, que derrubou o então presidente, democraticamente eleito, Salvador Allende, Pinochet criou uma eleição. E o que foi mais então significativo: pela primeira vez, na corrida para a presidência, a oposição conseguiu quinze minutos de propaganda eleitoral. A tarefa deles era convencer os chilenos que era chegada a hora da mudança, e que podiam ir, sem medo, às urnas.

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