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O medo mata. O preconceito também

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Pesquisa mostra que um quinto das pessoas que fazem exame de HIV no Emílio Ribas desiste do resultado.

Um levantamento feito pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas aponta que de 867 pessoas que fizeram exame de sorologia para HIV no instituto, entre janeiro e dezembro de 2012, um quinto não voltou para buscar o resultado do teste. De acordo com o infectologista Jean Gorinchteyn, o medo e a falta de informação são os principais motivos que levam a não querer saber o resultado do exame.

“As pessoas se encorajam a fazer o exame, mas o que as faz não buscar é o fato de que ao fazer o exame entram no ambiente hospitalar e imaginam que elas possam ter, com o diagnóstico positivo, uma mudança completa de vida, com enfrentamento de preconceitos e tudo mais”, disse.

Gorinchteyn reforçou que é preciso que as pessoas se conscientizem da necessidade de saber o resultado do exame. Assim, caso estejam contaminadas, possam se tratar e evitar a transmissão do vírus para outras pessoas. Segundo ele, cerca de 30% das pessoas que fazem o exame estão infectadas. “Eles acham que estão bem, pois normalmente estão em uma fase na qual não têm alterações imunológicas. Quando descobrem, é a hora que vão ter as doenças oportunistas”. O médico disse ainda que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento.

Agência Brasil

Vozes da noite

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No amanhecer do dia 15 de março do ano 44 a.C., Culpúria despertou chorando.

Ela havia sonhado que o marido, crivado de punhaladas, agonizava em seus braços.

E Culpúria contou o sonho para o marido, e chorando rogou que ficasse em casa, porque lá fora o cemitério esperava por ele.

Mas o pontífice máximo, o ditador vitalício, o guerreiro divino, o deus invicto, não podia dar importância ao sonho de uma mulher.

Júlio César afastou-a com um empurrão, e rumo ao Senado de Roma caminhou com a morte.

(Eduardo Galeano, Os Filhos dos Dias)


Sem as mulheres, os Direitos jamais serão Humanos

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Bertha Lutz
E na linha do tempo da conquista desses direitos, muito se fez. 
Ainda há muito a ser feito.

Entretanto, uma coisa é certa: todos foram conquistados a partir de muita luta, sofrimento, enfrentamento da opressão e repressão, busca pela superação dos valores sociais previamente estabelecidos pelo mundo masculino, até então predominantemente dominante.
Mas, os momentos de alegrias não estiveram ausentes. Foram, e ainda são muitos.

E neste Dia Internacional da Mulher é importante se fazer o resgate a partir da Linha do Tempo apara que estas conquistas jamais sejam esquecidas e/ou desvalorizadas.

Pessoalmente, tenho muito orgulho de ter participado ativamente de algumas destas conquista, especialmente das três ultimas relacionadas.

Feliz Dia Internacional das Mulheres.

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