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E... a Dama de ferro não virou santa

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Liverpool
Iron lady? Rusti in peace.

A morte de Margaret Thatcher de alguma forma provocou um fenômeno raro, não só na própria Grã -Bretanha como também em várias partes do mundo. Desta vez a morta não virou santa, muito pelo contrário. Foi hostilizada pelos que sofreram as agruras do modelo neoliberal implantado pela dama de ferro.

A torcida do Liverpool, pelo menos desde 1989 quando ocorreu um episódio repressivo sangrento com mais de 90 mortos, cantava com palavras comemorativas a morte da dama de ferro. Além disso, a política de Thatcher fez muito mal aos trabalhadores da região. Antes mesmo de se tornar primeira ministra, ao ocupar o Ministério da Educação, Margaret Thatcher cortou o leite das crianças nas escolas.

Quando Augusto Pinochet estava em prisão domiciliar em Londres aguardando pedido de extradição para a Espanha feito pelo juiz Baltazar Garzón, madame Thatcher visitava o ex-ditador e  agradecia a ele por ter ajudado o Reino Unido durante a guerra das Malvinas. Thatcher chegou até a afirmar que Pinochet restabeleceu a democracia no Chile.

Arma não é brinquedo: dê livros

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Brasília faz campanha para que crianças troquem armas de brinquedo por livros 

O Dia do Desarmamento Infantil, comemorado na segunda-feira (15), foi lembrado no Distrito Federal com o lançamento da campanha "Arma não é brinquedo: dê livros". A iniciativa é do governo do Distrito Federal (GDF), e reuniu crianças e jovens no Teatro do  SESC Ceilândia (DF), com o objetivo de incentivar os jovens  a trocar armas de brinquedo por livros.

A campanha também pretende incentivar um comportamento pacífico nas ações da sociedade, principalmente na resolução de problemas a partir de pequenas atitudes, como a troca de brinquedos que estimulem a violência por livros ou outros brinquedos de caráter criativo. 

Outro ponto importante da campanha é incentivar o diálogo entre pais e filhos como instrumento necessário para resolver problemas de interesse mútuo, em vez da prática da violência.

"A troca de brinquedos que estimulem a violência por livros é uma medida importante para o desenvolvimento da paz entre as crianças, porque se começarmos a mudar o pensamento ruim de uma pessoa desde cedo o resultado será muito bom", ressaltou Agnelo Queiroz, governador do DF.

Após 100 dias, aprovação de Haddad é maior que as de Serra e Kassab

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Foto: EBC
Segundo o instituto, 31% dos moradores da capital paulista consideram a gestão ótima ou boa.

Uma esquisa do Datafolha mostrou que a aprovação do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), após os primeiros 100 dias de governo, é maior que as de seus dois antecessores, José erra (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM). Segundo o instituto, 31% dos moradores da capital paulista consideram a gestão ótima ou boa. Kassab tinha 16% de aprovação após 100 dias de seu primeiro mandato, enquanto o tucano tinha 20%.

O desempenho de Haddad foi considerado regular por 42% dos entrevistados, enquanto 14% avaliam sua gestão como ruim ou péssima. Segundo a Folha de S.Paulo, que publicou a pesquisa, a aprovação de Haddad é maior entre os segmentos menos escolarizados (38% de ótimo ou bom) e os mais pobres, com renda até dois salários mínimos (36%). Entre os moradores de São Paulo com ensino superior, a aprovação do prefeito petista é de 23%. De acordo com o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, Haddad pode estar se beneficiando agora da alta impopularidade de Gilberto Kassab. Segundo o pesquisador, sucessores de administradores sem popularidade costumam desfrutar de uma avaliação mais benevolente dos eleitores. 

Haddad venceu as eleições em 2012 com uma campanha pautada pela necessidade de mudança em São Paulo. Ele foi ao segundo turno contra José Serra e obteve 55,57% dos votos.

Carta Capital

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