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Magos na arte de sofrer, amar, narrar e encantar

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Tal pai, tal filho!

Se estivessem vivos na próxima semana, Alexandre Dumas e seu filho, de mesmo nome, completariam respectivamente 211 e 189. O primeiro no dia 24, o segundo no dia 27.

Alexandre Dumas o pai, é um dos autores mais importantes do século 21, e conhecido pelas obras romanceadas como Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo, ambos de 1844. Assim circulou durante a sua vida adulta, entre teatros e livros.

Pai e filho foram segregados pelos preconceitos da sociedade francesa do século 19. O pai por ser mulato, neto de uma escrava haitiano, enfrentava a discriminação racial da época. Porém, a sua maior vingança foi ter sido reconhecido como um escritor fecundo e bem-sucedido, ainda em vida. 

Já o filho, sofreu por ser herdeiro ilegítimo e chamado de bastardos várias vezes. Depois que foi reconhecido pelo pai, com ele passou a viver, depois de muito sofrimento e vida miserável. Mais tarde retratou essa realidade ao escrever a peça O Filho Natural, em que expôs a teoria de que se alguém engravidasse uma mulher teria a obrigação de legitimar seu filho e com ela casar-se.

Alexandre filho iniciou a carreia publicando poemas em jornais, mas foi o romance autobiográfico – baseado no relacionamento que teve com a prostituta Marie Duplessis, A Dama das Camélias, que o tornou conhecido.

Me engane

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Em 6 de julho de 1810, em Connecticut, um bebê chamado Phineas Barnum.

Já maiorzinho, fundou o mais famoso dos circos.

O Circo começou sendo um museu de esquisitices e monstruosidades, que atraia multidões:

-se inclinavam diante de uma escrava cega, que tinha 161 anos de idade e havia dado de mamar a George Washington,

-beijavam a mão de Napoleão Bonaparte, que media 64 centímetros de altura,

-e comprovavam que estavam bem grudadinhos os irmãos siameses Chang e Eng, e que as três sereias tinham autênticos rabos de peixe.

Barnum foi o homem mais admirado pelos políticos profissionais de todos os tempos. Ele levou à prática, melhor que ninguém, seu grande descobrimento: as pessoas gostam de ser enganadas.

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(Os Filhos dos Dias, Eduardo Galeano, Página 218)

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

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Anunciado os finalistas

Os filmes selecionados para competir no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foram anunciados ontem (17) pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal. O evento será de 17 a 24 de setembro, no antigo endereço, com a reinauguração do Cine Brasília. As 30 produções selecionadas foram avaliadas por comissões durante o período de 8 a 13 de julho.

O Festival terá mostras competitivas de longa e curta-metragem, em formato de documentário e ficção, além de curta de animação. Ao todo, a premiação vai chegará a R$ 700 mil.

A edição deste ano recebeu 478 inscrições, sendo de 39 longas de ficção, 63 documentários, 239 curtas de ficção, 102 curtas de documentários e 35 curtas de animação. Destes, 60 filmes foram produzidos no Distrito Federal, a maioria, curtas de ficção.

As cidades de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Gama e Guará terão exibição simultânea dos filmes na competição, com reprises no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Conheça os finalistas:

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