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Os médicos e o Dr. Google

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Nos Estados Unidos, 70% dos indivíduos com alguma doença crônica fazem uso de alguma alternativa na esperança de melhorar seu estado de saúde, diminuir sintomas ou ajudar na possibilidade de cura. Se isso resulta em algum benefício ou em algum prejuízo para o paciente é uma questão controversa, existem defensores e críticos totais contra essa atitude dos pacientes. 

Alguns médicos são totalmente céticos com relação a qualquer alternativa que não sejam os medicamentos por eles receitados, alternativas essas que podem ser um simples café, beber água, fazer uso de uma vitamina, um chá, freqüentar uma igreja, fazer alguma terapia oriental, etc., falam que somente com evidências científicas comprovadas é possível ter segurança no tratamento de qualquer enfermidade. 

Esses médicos, afortunadamente menos a cada dia, querem um paciente mudo, que não faça perguntas, recomendam não freqüentar grupos de apoio formados por pacientes, que não devem procurar na internet informações no Dr. Google ou páginas Web que não sejam as da sua sociedade médica, enfim, querem o domínio total sobre a vida do pobre do paciente. 

Mais Médicos, mais um passo

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Câmara aprova texto principal da Medida Provisória do Programa Mais Médicos.

O objetivo do programa é levar médicos para o interior do país e áreas das periferias das grandes cidades onde há falta desses profissionais.

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de hoje (9), em votação simbólica, o texto principal da Medida Provisória (MP) 621, que cria o Programa Mais Médicos, ressalvados os destaques. O objetivo do programa é levar médicos para o interior do país e áreas das periferias das grandes cidades onde há falta desses profissionais. 

O texto aprovado foi apresentado pelo relator da MP, deputado Rogério Carvalho (PT-SE), depois de mais de seis horas de obstrução da votação pelos partidos de oposição e também pelos deputados da bancada ruralista.

Onde ser brasileiro não significa nada, e o colonizado pode virar colonizador

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Brasil Escola
Os encontros com mulheres de diferentes culturas de países da África são o centro do documentário Tão Longe É Aqui, da diretora Eliza Capai, apresentados na mostra Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio, que acontece no cinema do Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

À Agência Brasil, Eliza revelou que a motivação da viagem ao continente africano foi para entender melhor a identidade brasileira influenciada por uma bagagem cultural africana tão forte e ainda desconhecida. “A gente tem ideias genéricas de lá. A viagem parte desse genérico das africanas. Escolhemos países com culturas diferentes para contradizer a unidade das africanas”, afirmou. Capai é especializada em gênero e direitos humanos, com foco no mundo.

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