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Práticas Humanísticas, justiça, e condecorações

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Patricia
Dois estudantes, Daniel Rodrigues Thomazelli e Sandy Maria Alves Nunes, além do Movimento Mães da Cinelândia, venceram a segunda edição do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, promovido pela Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj).

Na cerimônia de entrega do prêmio teve apresentações especiais dos jovens da Orquestra Maré do Amanhã - um projeto social desenvolvido no Complexo da Maré, subúrbio do Rio, do Afrolata - um dos grupos de percussão do AfroReggae, do grupo Mangueira do Amanhã - um dos projetos que compõem o Programa Social da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, e da Escola de Dança Maria Olenewa.

O Prêmio foi criado em 2012, pela Amaerj, com o apoio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o prêmio homenageia a magistrada da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, assassinada quando chegava em casa em Piratininga, Niterói, em 11 de agosto de 2011, depois de deixar o fórum e ser seguida até a porta de seu condomínio, quando foi executada com 21 tiros.

De acordo com as investigações, o crime foi cometido por policiais militares insatisfeitos com a atuação da juíza em relação a um grupo de agentes que atuava na cidade de São Gonçalo, praticando homicídios e extorsões. No total, 11 policiais são acusados de envolvimento, incluindo o então comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar, com sede em São Gonçalo, tenente-coronel Cláudio Luiz Silva. No dia 30 de janeiro de 2013, o Tribunal do Júri condenou três policiais militares pela morte da juíza.

O Prêmio Juíza Patrícia Acioli prioriza as causas humanitárias e tem o propósito de demonstrar a necessidade de um trabalho preventivo de segurança dos magistrados. Este ano, a premiação contou com três categorias: Redação do Ensino Fundamental, Trabalhos Acadêmicos e Práticas Humanísticas. Os três melhores trabalhos de cada categoria foram premiados. Além disso, todos os concorrentes receberam certificado de participação e foi concedida menção honrosa aos que se destacaram.

A descoberta de um autêntico tesouro nazista na Alemanha

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Picasso
Os nomes nos quadros deixaram os policiais e a perícia atônitos: Matisse, Picasso, Chagall, Renoir, Dürer, Beckmann, entre muitos outros.

Há muitas histórias – a maioria lendárias – sobre tesouros nazistas ocultos. Elas vão desde barras de ouro em fundos de lagos a fantásticas somas de dinheiro transportadas para a América do Sul via Lisboa.

Mas agora, na semana em que se “comemora” o 75º. aniversário da Krystallnacht – noite dos cristais, pogrom contra sinagogas e lojas judaicas – veio à luz o que parece ser, de fato, a descoberta de um autêntico tesouro amealhado a partir da coleta de peças de arte feitas pelos nazistas, inclusive pelo próprio Führer.

A revista Focus foi a primeira a revelar que algum tempo atrás as autoridades policiais haviam descoberto cerca de 1500 pinturas guardadas secretamente na casa de um certo Cornelius Gurlitt, um cidadão que vivia completamene isolado, como um ermitão, sem família nem amigos.

Escute as vozes...

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As vozes D' África.

Os negros,
Chegaram de além-mar

Jogados no frio dos porões
Dos barcos, que vinham pra mercar escravos, pro chão das plantações


Senhores,
Passaram a se deitar, com as negras, no branco dos colchões
E as brancas puderam saciar, com os negros, desejos e paixões

Foram reis e súditos, através dos séculos
Misturando os hábitos, emoções e ritmos
Foram sangue e lágrimas, a escorrer das vítimas

E hoje a nossa música
São as vozes d'África

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