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Mostra Ser: Meu Corpo é Político

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'Meu Corpo É Político' apresenta o dia a dia de pessoas trans que moram na periferia, entre elas Linn da Quebrada.
Linn

Até dia 29 de abril, o Sesc Ipiranga, em São Paulo, sedia a Mostra Ser de cinema, que reúne obras que retratam a importância do amor e do respeito à própria natureza a partir da vida e do cotidiano de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, queers e intersexo (LGBTTQI). Durante todo o mês de abril, a área de convivência, o teatro e o Espaço de Tecnologia e Artes da unidade recebem curtas, médias e longas-metragens que refletem sobre diversidade, amor e afeto.

De terça a sábado, das 10h às 21h30, e aos domingos, das 10h às 18h, a sala de convivência se transforma em uma grande sala de estar para a sessão de curtas. Entre os filmes estão Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, sobre Leonardo, um adolescente com deficiência visual que vive a inocência da descoberta do amor e da homossexualidade; Não Gosto de Meninos, de André Matarazzo e Gustavo Ferri, que traz brasileiros gays, bis e trans contando suas experiências, escolhas, dilemas, desejos, fases e soluções na intenção de mostrar que todos podem ser felizes.

Em A Arte de Andar Pelas Ruas de Brasília, a diretora Rafaela Camelo também aborda as descobertas da adolescência a partir da relação de Ana e Leila, que transitam pelos blocos das superquadras de Brasília. Diego Carvalho também exibe seu curta Antes das Palavras, uma narrativa fragmentada da crescente atração entre Célio e Dário, e os diretores Ricardo Puppe e Theo Borges apresentam o curta documental Nosso Amor Existe, com histórias de casais homoafetivos.

A mostra traz os médias e longas-metragens Meu Corpo É Político, de Alice Riff, Meu Nome é Jacque, de Angela Zoé, Vozeria, de Raphaela Comisso, e o infantil Guigo Offline, de René Guerra. Lançado em 2017, o documentário de Alice Riff apresenta o dia a dia de homens e mulheres trans que moram na periferia; Zoé conta a história de Jaqueline Rocha Côrtes, uma trans que vive com o vírus da Aids há mais de 20 anos; Vozeria articula depoimentos de oito militantes que trazem à tona reflexões sobre gênero, sexualidade e direitos humanos, tendo em vista os papéis que a linguagem assume na produção e manutenção de violências. Nos dias 17, 18 e 29, o teatro do Sesc Ipiranga recebe a exibição do longa Guigo Offline, sobre o momento que um garoto de 12 anos descobre que seu pai é gay.

No próximo dia 26, depois da exibição de meu Corpo É Político, às 19h, a cantora, artista multimídia e travesti Linn da Quebrada faz um pocket show seguido de um bate-papo com o público. A mostra também sedia uma série de debates com o tema “A diversidade dos afetos em cena”, no dia 27, às 17h30, com a cineasta Angela Zoé; no dia 28, às 17h, com Maju Giorgi, personagem do filme Vozeria; e no dia 29, às 17h, com Rafaela Camelo, René Guerra e Daniel Ribeiro. Todas as terças-feiras até dia 24 de abril, o cineasta e jornalista Lufe Steffen ministra o curso “LGBTs no Cinema Brasileiro – Panorama Histórico Séculos XX e XXI”, com uma linha do tempo da representatividade no cinema nacional, comentários e exibição de pequenos trechos de filmes.

A programação completa da Mostra Ser está disponível no site do Sesc Ipiranga.
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