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Calar a periferia é uma forma de racismo

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Tese é do escritor moçambicano Mia Couto. “Acredita-se que a periferia pode dar futebolista, cantor, dançarino. Mas, poeta? Pensamento próprio, isso não”

O escritor, que já recebeu diversos prêmios, como o da União Latina de Literaturas Românicas, visitou no dia 7/11, o sarau da Cooperifa. O evento é realizado toda quarta-feira no Bar do Zé Batidão, na região do Jardim Ângela, zona sul paulistana. Nessas reuniões, que ocorrem há 11 anos, crianças, adolescentes e adultos se revezam ao microfone para recitar poesia.

“É uma coisa nova que me acontece no Brasil, estar em um lugar como este”, disse ao começar o bate-papo com a plateia que lotou a laje do bar para ouvi-lo. Couto já esteve no país em várias ocasiões, mas só na noite de ontem satisfez a vontade de conhecer a periferia de uma grande cidade.

Depois de amargar um terceiro lugar nas últimas eleições no Paraná e perder em São Paulo, os tucanos estão perdendo o seu bico mais afiado.

"Não poderia apoiar no Estado o que combato com veemência em Brasília.
O modelo promíscuo de governo instituído em Brasília foi transplantado para o Paraná.
Nepotismo, fisiologismo escancarado e loteamento sem escrúpulos engordando a estrutura da administração pública e comprometendo sua eficiência.

Esse é o sistema vigente no país e que combato.
Instala-se o balcão de negócios para a cooptação dos partidos políticos a pretexto de se garantir a propalada governabilidade.

Rima-se governabilidade com promiscuidade.
Com isso limita-se numericamente a oposição reduzindo a fiscalização, a crítica e a denúncia.
Os governantes ficam confortáveis para errar.
Gastam fortunas em publicidade enganosa para iludir a opinião pública e angariar popularidade.

Ação é resultado da parceria proposta pelo governo federal, e finalmente aceita pelo governo estadual. 

O primeiro passo será a criação de uma Agência integrada para unir as ações de inteligência policial no combate ao crime organizado, além da transferência de presos para penitenciárias federais. Serão realizadas ações de contenção nos pontos críticos de acesso ao estado (rodovias, portos e aeroportos) e no controle do uso de crack. Há também, planos para instalar equipamentos de videomonitoramento e formar núcleos especializados de perícia criminal. 

As medidas foram anunciadas ontem (6/11) pelo ministro da justiça José Eduardo Cardozo  e pelo governador Geraldo Alckmin, após reunião em São Paulo (SP). Durante o encontro, foi descartado o envio de tropas da Força Nacional de Segurança Pública para atuar no estado,  já que São Paulo possui pelo menos 100 mil policiais militares e outros 30 mil civis. Portanto, não falta polícia, mas, políticas públicas, inclusive na área de segurança.

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