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O Apagão da conveniência

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Dos que tentaram apagar a escravidão da história e da memória dos brasileiros.

Em palestra realizada na segunda-feira (19) na Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília, o professor e pesquisador Edson Lopes Cardoso destacou a importância de ações que valorizem a inserção de raça e de gênero na sociedade brasileira. A palestra fez parte das comemorações do Dia da Consciência Negra (ontem), 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares.

Segundo o professor, entre a Lei Áurea, sancionada em 1888 e a Lei 3.708, de 2001, sancionada pelo governo Lula, que instituiu o primeiro sistema de cotas nas universidades para estudantes afrodescendentes, não houve nenhuma iniciativa que beneficiasse o negro. “Apagamos a escravidão da história” disse.

A nossa África é o Brasil Quilombola

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E a África Quilombola é no Brasil.


E em comemoração ao mês da Consciência Negra (novembro), a Fundação Cultural Palmares certificou 1.834 comunidades quilombolas, que representam um patrimônio cultural da sociedade brasileira.

As comunidades são majoritariamente rurais e sobreviveram por se manterem unidas ao longo de séculos a partir das suas relações históricas, com unidade territorial, ancestralidade, tradições e práticas culturais e religiosas.
Prática que nos centros urbanos é rara.

As comunidades certificadas e as 193 com território titulado têm acesso a políticas sociais, com equipes de Saúde da Família e de Saúde Bucal. Além das medidas de regularização fundiária.

Onze (11) comunidades receberão a suas declarações de interesse social e outras duas comunidades de Sergipe receberão o título definitivo do seu território. Também serão certificadas pela Fundação Cultural Palmares mais 23 comunidades do Piauí.

Para garantir o atendimento, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) receberá R$ 1,2 milhão da Secretaria de Igualdade Social (Seppir), que deverão ser usados na identificação e delimitação de terras de 3.350 famílias em 26 comunidades.

A regularização fundiária permite o acesso com maior segurança a políticas de inclusão produtiva e de infraestrutura, como o “Minha Casa, Minha Vida”, o programa Luz para Todos e investimentos em saneamento básico.

Mais espaço, mais mercado, mais igualdade

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“Apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhoras significativas em relação a dez anos atrás".

Estudo revela que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho, e que apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhorias significativas em relação aos dez últimos anos.

Realizado pelo Dieese e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) o estudo revelou que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho entre os anos de 2002 e 2011, embora continuem em posição de desigualdade. 

Para o Seade, apesar de o crescimento econômico e o consequente aumento na geração de empregos – e da última década ter beneficiado todos os trabalhadores, os negros usufruíram mais destas melhorias. “Os negros aumentaram sua participação nos serviços, que é um segmento que oferece melhores empregos, carteira assinada, rendimentos maiores e acesso aos direitos trabalhistas”. 

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