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Festival de cinema voltado ao público jovem chega pela primeira vez ao Brasil

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Com o tema O Amor, 

Chega pela primeira vez ao Brasil o Giffoni Film Festival, evento criado em 1971 pelo italiano Claudio Gubitosi cujo objetivo é levar os jovens às salas de cinema. O festival, que se tornou tradição na Europa, também convida o público jovem a ser jurado da mostra e o incentiva a desenvolver a crítica de cinema, além de trocar informações com cinéfilos, atores e diretores de diversas partes do mundo.

Já foram realizadas 42 edições do evento na Itália, nos Estados Unidos, na Austrália e Polônia. Todos os anos participam celebridades, produtores e diretores de cinema, que atuam como mediadores para o intercâmbio e a aproximação dos jovens.

O nome, Giffoni Film Festival, está relacionado à origem do festival, que começou no Sul da Itália, na cidade de Giffoni Valle Piana. Em todas as edições já recebeu participantes de mais de 54 países. A expansão do festival para adaptá-lo às localidades onde é feito começou em 2000, quando foi criada a rede Giffoni World Alliance. Entre os atores famosos que já prestigiaram o evento estão Robert De Niro, Jessica Alba, Nicolas Cage, Steven Spielberg, Cuba Gooding Jr e Dianna Agron.

Durante o festival, organizado no Brasil pela Fundação Memorial da América Latina, o público poderá assistir sessões abertas, fechadas, pré-estreias, palestras e debates. O Giffoni Film Festival começa dia 28 de janeiro e vai até 1º de fevereiro, sempre encerrando com shows, espetáculos e oficinas no final das tardes.

Serão selecionados 400 jurados de diversos países, e os brasileiros que quiserem participar do grupo deverão se inscrever em escolas parceiras espalhadas pelo país e pelo site do festival. O comitê organizador selecionará 15 filmes nacionais e internacionais que serão avaliados e premiados segundo escolha do juri mirim subdividido em duas faixas etárias: de 12 a 14 e 15 a 17 anos.

Agência Brasil

Soledad, a Neta.

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Soledad, executada
A neta de Rafael Barrett, costumava recordar uma frase do avô:

- Se o Bem não existe, é preciso inventá-lo.

Rafael, paraguaio por escolha própria, revolucionário por vocação, passou mais tempo na cadeia que em casa, e morreu no exílio.

A neta foi crivada de balas no Brasil, no dia de hoje de 1973.

O cabo Anselmo, marinheiro insurgente, chefe “revolucionário” foi quem a entregou.
Cansado de ser perdedor, arrependido de tudo o que acreditava e gostava, ele delatou um por um seus companheiros de luta contra a ditadura militar brasileira, e os despachou para o suplício ou matadouro.

Soledad que era sua mulher, ele deixou para o fim.

Anselmo, hoje, vivo
O cabo Anselmo apontou o lugar onde ela se escondia e foi-se embora.
Já estava no aeroporto quando ouviram-se os primeiros tiros.

Do livro Os Filhos dos Dias.

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Com cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,

Não precisa 
fazer lista de boas intenções, 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumadas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver.

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