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O ano-chave das eleições não é 2014, é 2013.

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E o jogo já começou...

"Há toda uma nova geração de brasileiros que já não se recorda do que era este país antes de Lula.

Não sabe o que era a educação sem Fundeb, sem Pró-Uni, sem Cefet’s, sem as universidades que foram criadas ou ampliadas. Não sabe o que era a Saúde sem a Política Nacional de Urgência e Emergência – da qual fazem parte o SAMU e as Unidades de Pronto Atendimento – e sem Brasil Sorridente”.

A oposição sabe que o ano-chave das eleições não é 2014, é 2013. Ou ela começa já a derrubar a popularidade de Dilma, incentiva candidaturas competitivas e estigmatiza de vez o partido da presidenta, ou pode dar adeus não só às suas remotas chances de vitória, mas de que haja segundo turno em 2014. O “timing” para fazer isso é 2013, ou será tarde demais para conseguir tirar a vantagem que hoje tem a presidenta contra qualquer adversário.

O prazer de ir...

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Em 1887, 

Nasceu, em Salta, o homem que foi Salta: Juan Carlos Dávalos, fundador de uma dinastia de músicos e poetas.

Pelo que dizem os dizeres, ele foi o primeiro tripulante de um Ford T, o Ford Bigode, naquelas comarcas do Norte argentino.

Pelos caminhos afora, lá vinha seu Ford T, roncando e esfumaçando.
Vinha lento. A tartarugas paravam e se sentavam para esperar por ele.

Um vizinho se aproximou. Preocupado, cumprimentou, comentou:
-Mas, dom Dávalos... Desse jeito, o senhor não vai chegar nunca...

E ele explicou:
-Eu não viajo para chegar. Viajo para ir.

(Eduardo Galeano, Os Filhos dos Dias)

Para,

Sem perdão para o infrator e a infração

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Dilma derruba tentativa de afrouxar punição a motoristas infratores.

Projeto de lei da Câmara proibia recolher habilitação em certos casos. Presidente entendeu que a ideia contraria interesse público.

A presidente Dilma Rousseff barrou ontem (10) uma tentativa da Câmara dos Deputados de afrouxar a punição para motoristas infratores. Dilma vetou integralmente o projeto de lei que proibia o recolhimento da habilitação nos casos em que o condutor dirige, ou entrega a direção, ou permite que alguém conduza o veículo de categoria diferente da qual é habilitado, infrações previstas nos artigos 162 a 164, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A presidente argumentou que, ao afastar a medida administrativa de recolhimento da habilitação "a proposta opta pelo afrouxamento das regras de trânsito vigentes, em contrariedade ao interesse público”. Caso a presidente Dilma não tivesse vetado o projeto, o motorista pego em qualquer das situações acima cometeria infração gravíssima, punida com multa e apreensão do veículo. Mas continuaria com a habilitação. 

O veto da presidente volta ao Congresso Nacional para ser apreciado.

Fonte: Correio Brasiliense

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