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Um aviso para a Folha Universal: Hoje é o Dia Mundial da Religião

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Hoje também,

É comemorado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data lembra oposição a toda forma de violência contra a manifestação religiosa pessoal ou grupal. No Brasil, a liberdade de expressão religiosa é um direito garantido pela Constituição Federal.

Em 2007 foi sancionada, pelo ex-presidente Lula, a Lei nº 11.635 que faz do 21 de janeiro o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data presta homenagem à Iyalorixá baiana (mãe de Santo) Gildásia dos Santos e Santos, que faleceu na mesma data, em 2000, vítima de enfarto.

Ela era hipertensa e teve um ataque cardíaco após ver sua imagem utilizada sem autorização, em uma matéria do jornal evangélico Folha Universal, edição 39, sob o título “Macumbeiros Charlatães lesam o bolso e a vida dos clientes”. O texto não era menos ofensivo e agredia as tradições de matriz africana, das quais Gildásia era representante.

O ataque ocorreu em nome de um suposto “Deus”, que muitos fundamentalistas só sabem explicar por repetição de frases de efeitos.

Em animação

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O Crime e castigo ficam mais leve.

Desenho animado com base no romance Crime e castigo, do escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), publicado originalmente em 1866.
A realização é do cineasta polaco Piotr Dumala.


Bom filme!
Bom final de semana.

Revista Marie Claire: O Bolsa Família e a revolução feminista no sertão

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E que revolução!

A antropóloga Walquiria Domingues Leão Rêgo testemunhou, nos últimos cinco anos, a uma mudança de comportamento nas áreas mais pobres e, talvez, machistas do Brasil. O dinheiro do Bolsa Família trouxe poder de escolha às mulheres. 

Elas agora decidem desde a lista do supermercado até o pedido de divórcio
Uma revolução está em curso. Silencioso e lento - 52 anos depois da criação da pílula anticoncepcional - o feminismo começa a tomar forma nos rincões mais pobres e, possivelmente, mais machistas do Brasil. 


O interior do Piauí, o litoral de Alagoas, o Vale do Jequitinhonha, em Minas, o interior do Maranhão e a periferia de São Luís são o cenário desse movimento.

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Quem o descreve é a antropóloga Walquiria Domingues Leão Rêgo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nos últimos cinco anos, Walquiria acompanhou, ano a ano, as mudanças na vida de mais de cem mulheres, todas beneficiárias do Bolsa Família. Foi às áreas mais isoladas, contando apenas com os próprios recursos, para fazer um exercício raro: ouvir da boca dessas mulheres como a vida delas havia (ou não) mudado depois da criação do programa.

A revista adiantou parte das conclusões de Walquiria. A pesquisa completa será contada em um livro, a ser lançado ainda este ano.

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