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O tempo passa...

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El tiempo pasa, nos vamos poniendo viejos,
El amor no lo reflejo como ayer,
En cada conversación, en cada beso, cada abrazo,
Se impone siempre un pedazo,
De razón.



Enquanto a noite durar

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Noel em Vila Isabel
Em maio de 1937 morreu, aos vinte e seis anos, Noel Rosa.

Esse músico da noite do Rio de Janeiro, que em vida só conheceu a praia por fotografias, escreveu e cantou sambas nos bares da cidade, que os canta hoje.

Numa desses bares um amigo o encontrou, na noturna hora das dez da manhã.

Noel cantarolava uma canção recém-parida.

Na mesa havia duas garrafas. Uma de cerveja e outra de cachaça.

O amigo sabia que a tuberculose estava matando Noel Rosa. Noel adivinhou a preocupação em seu rosto, e sentiu-se obrigado a dar uma lição sobre as propriedades nutritivas da cerveja.

-Isso aqui alimenta mais que um prato de boa comida.

O amigo não muito convencido apontou para a garrafa de aguardente:

-E isso aqui?

E Noel explicou:

-É que não tem a menos graça comer sem ter uma coisinha para acompanhar.

(Os Filhos dos Dias)

A história por trás de 1984, de George Orwell

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Em 1946, o editor David Astor emprestou a George Orwell uma afastada fazenda escocesa na qual pudesse escrever seu novo livro, “1984”. O editor do semanário britânico “The Observer”, Robert McCrum, conta história da torturante estadia de Orwell na ilha onde prestes a morrer engajou-se numa corrida febril para terminar o livro.

“Era um dia claro e frio de Abril, e os relógios marcavam uma da tarde.” Sessenta e um anos após a publicação da obra-prima de Orwell, “1984”, essa primeira frase parece mais natural e atrativa que nunca. Mas quando vemos o manuscrito original, encontramos algo a mais: não tanto o toque de claridade, mas as correções obsessivas, em diferentes borrões de tinta, as quais revelam o tumulto extraordinário por trás da composição.

Sendo provavelmente o romance definitivo do século XX, e uma história que permanece eternamente recente e contemporânea, cujos termos como “Big Brother”, “Duplipensar” e “Novilíngua” tornaram-se parte do cotidiano. “1984″ foi traduzido para mais de 65 línguas e teve milhões de cópias vendidas pelo mundo, conferindo a George Orwell um lugar único no mundo literário.

A ideia de “1984”, cujo título alternativo era “O Último Homem na Europa”, havia sido incubada na cabeça de Orwell desde a guerra civil espanhola. Esse romance, que tem algo da ficção diatópica de Yevgeny Zamyatin, provavelmente começou a adquirir uma forma definitiva durante o período de 1943 e 44, tempo no qual ele e sua esposa Eileen adotaram seu único filho, Richard. O próprio Orwell alegou ter se inspirado com a reunião dos líderes dos Aliados na Conferência de Tehran em 1944. Isaac Deutscher, um amigo, reportou que Orwell estava “convencido de que Stálin, Churchil e Roosevelt conscientemente traçaram um mapa para dividir o mundo” em Tehran.


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