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Fragmentos da herança desprezada

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Qual será o motivo do desprezo? 
Não precisa ser um gênio para descobrir.

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Enquanto não surgir coisa mais avançada, as pesquisas de opinião continuarão a ser a melhor maneira de saber o que pensa a população a respeito das questões coletivas.


Sem elas, ficamos com o que acha cada individuo ou dizem os grupos mais organizados e mais eloquentes. Os sentimentos e atitudes da maioria permanecem ignorados. 
É como se não existissem.

Por que, então, que oposições brasileiras as usam tão parcimoniosamente? Por que, se é simples conhecê-la. Os partidos e a mídia oposicionista desconsideram a opinião pública?

Tome-se a velha ideia de que as três derrotas sucessivas dos tucanos para o PT teriam sido causadas pela insuficiente defesa da “herança de Fernando Henrique”. Sabe-se lá o porquê, é uma hipótese que volta e meia reaparece, como se fosse uma espécie de verdade profunda e houvesse evidências que a sustentassem.

Nas últimas semanas, ela retornou ao primeiríssimo plano. Em seu discurso inaugural como presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) disse que seu partido se equivocou ao não valorizar o “legado” das duas administrações de FHC. Em suas palavras: “Erramos por não ter defendido, juntos, todo o partido, com vigor e convicção, a grande obra realizada pelo PSDB”.

Em pesquisa recente de âmbito nacional, a Vox Populi tratou do assunto. Ao invés de subscrever (ou atacar) a tese, apenas identificou o que a população pensa a respeito.

Ciência sem Fronteiras abre inscrição para graduação-sanduíche, em cinco países

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Em 2011, escrevi o primeiro um artigo sobre a Graduação-sanduíche, que pode ser lido aqui: 

Agora, atualizo as informações.

O Programa Ciência sem Fronteiras vai abrir novas chamadas para graduação-sanduíche no Canadá, na Alemanha, nos Estados Unidos, na Hungria e no Japão. Os estudantes interessados devem se inscrever de 4 de junho a 8 de julho no site do programa. A graduação-sanduíche é a modalidade de ensino superior na qual o estudante faz parte dos seus estudos em uma instituição estrangeira.

Os bolsistas selecionados iniciarão as atividades no exterior a partir do segundo semestre de 2014. O candidato deverá observar o edital para saber mais detalhes sobre o cronograma de cada chamada. O intercâmbio tem a duração de um ano.

Para participar da seleção, o estudante deverá ter nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) igual ou acima de 600 pontos em teste feito após 2009. O estudante deve ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do curso na instituição de ensino brasileira e deve estar devidamente matriculado.

O Ciência sem Fronteiras é um programa governamental que oferece bolsas de estudo no exterior. O objetivo do programa é promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores altamente qualificados e professores seniors ao Brasil. A meta é qualificar 101 mil estudantes e pesquisadores brasileiros até 2015.

O programa oferece bolsas nas seguintes áreas prioritárias: ciências exatas - matemática, química e biologia-; engenharias; áreas tecnológicas e da saúde. O Ciência sem Fronteiras mantém parcerias em 35 países. No total foram concedidas 41.133 bolsas de estudos desde 2011. A meta para 2013 é oferecer 45 mil bolsas.

Mia informações acesse aqui.

Bolsa Família: frequência escolar é cumprida por 14,7 mi de alunos beneficiários

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Melhor distribuir renda, que miséria.

O MDS e MEC consideram positivo o resultado do primeiro monitoramento de 2013 da contrapartida de educação do programa de transferência de renda do governo federal.

Um total de 14,7 milhões de crianças e jovens de 6 a 18 anos beneficiários do Bolsa Família cumpriu a frequência à escola exigida no bimestre de fevereiro e março. O cumprimento representa 97% dos 15,1 milhões de alunos, com registro de informação no sistema do Ministério da Educação (MEC).

O primeiro resultado do monitoramento de 2013 é considerado positivo pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), porque o índice se manteve semelhante aos do ano passado, mesmo com a troca de prefeitos, gestores municipais do Bolsa Família e secretários de Educação.

O MEC e o MDS receberam informações sobre a presença às aulas de 86% (15,1 milhões) dos 17,4 milhões de estudantes atendidos pelo programa de transferência de renda. Índice médio mantido nos últimos dois anos, mas o coordenador trabalha para alcançar percentuais mais altos. “A ideia é superar os 90% de informação.”

Entre as normas para acesso ao apoio financeiro mensal, repassado pelo MDS, está a exigência de registro de comparecimento às aulas de pelo menos 20% do total de criança beneficiária no município.

Os estados do Ceará, Paraná e de Tocantins superaram os 90% de informação. Em relação à assiduidade às aulas, o Norte apresenta os melhores percentuais (98%). Os alunos atendidos pelo Bolsa Família no Pará  foram os mais assíduos à escola no período: praticamente 99% frequentaram pelo menos 85% das aulas, exigência para a faixa etária de 6 a 15 anos, ou 75% no caso de adolescentes de 16 e 17 anos.

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Talvez para quem já tenha acesso à tudo, isso não faça a menor diferença. Continuarão chamando o Bolsa Família por adjetivos pejorativos.

Para essas famílias e o país, faz agora e fará no futuro, toda a diferença.
Melhor distribuir renda, que miséria.

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