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É disso que precisamos: Mais Leitura e menor preço

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“Mais Leitura” vai vender livros por até R$ 4 em todo o estado do Rio.

O projeto Mais Leitura, que oferece livros a preços populares entre R$ 2 e R$ 4, tem agora uma versão itinerante. A bordo de um caminhão, capaz de transportar até 10 mil títulos, o projeto vai percorrer todos os municípios do Rio. Atualmente, o Mais Leitura funciona em três postos de atendimento do governo.

O projeto “Mais Leitura”, que oferece livros a preços populares entre R$ 2 e R$ 4, tem agora uma versão itinerante, lançada no bairro da Glória, na zona sul do Rio. A bordo de um caminhão, capaz de transportar até 10 mil títulos, o projeto vai percorrer todos os municípios do Rio. O veículo se transforma em uma loja móvel, com expositores, computadores, balcão, além de ter acesso para pessoas com deficiência.

De acordo com a Agência Brasil, atualmente, o  “Mais Leitura” tem três lojas, que funcionam nos postos de atendimento do programa do governo, Poupa Tempo, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense; em São Gonçalo, na região metropolitana; e em Bangu, na zona oeste. Segundo a Imprensa Oficial, ao longo de dois anos já foram vendidos mais de 600 mil livros.

Criado em 2011 pela Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com o governo estadual, mais de 40 editoras participam do projeto. De acordo com o diretor-presidente do orgão, Haroldo Zager, a nova etapa do projeto deverá chegar a cerca de 4 milhões de leitores em todo o estado. "Vamos começar esse giro cultural ainda nesta semana pelas comunidades da Rocinha, na zona sul, e na Favela de Manguinhos, na zona norte da cidade. A ideia que nós temos é visitar todos os municípios fluminense pelo menos duas vezes por ano", disse Zager.

O Mais Leitura funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. Cada cliente pode comprar, por dia, dois livros diferentes.

Fonte: Agência Brasil

O lado oculto da votação que livrou Donadon

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O pavor da carceragem da Polícia Federal.

Ao longo desta semana, Carta Maior conta o lado oculto na votação que livrou o deputado-presidiário Natan Donadon da cassação. Informações de assessores de gabinetes e consultores da Câmara revelam que o que pesou mais na decisão dos que ajudaram o parlamentar foi o medo de terem o mesmo destino. É que mais de uma centena de deputados é acusada de crimes similares aos de Donadon.
Efeito Orloff

Foi mais do que simples corporativismo. Muitos parlamentares ficaram aterrorizados com a situação de Natan Donadon (Sem partido-RO) porque viram a si próprios em sua pele. Ela tinha as marcas das algemas. É como se, em seus ouvidos, tivesse soado a frase celebrizada por uma antiga propaganda de vodca (Orloff) em que um clone diz ao seu original: "eu sou você amanhã".

A avaliação do caso é feita por assessores da Câmara dos Deputados, que trabalham em gabinetes de diferentes partidos, e consultores legislativos, que são servidores do quadro da Câmara, ouvidos sobre a votação possível, mas inimaginável da última quarta-feira, 28 de agosto.

Todos são assessores ou consultores com, pelo menos, mais de uma década na casa. Conhecem como ninguém o que pensam e como agem os parlamentares. Muitos lidam com os assuntos escabrosos que tiram o sono de seus deputados e, vez por outra, confidenciam seus dramas.

De mão em mão, ela sobreviveu dando ‘um perdido na população’

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Você já se perguntou qual seria a razão que leva a Rede Globo sempre saber de tudo em “primeira mão?”.

Minha conclusão: Ou a Globo espiona [o que menos provável] , ou ajuda a espionar tudo e todos, no Brasil e no mundo. 

Na Globo é assim: “Tudo em primeira mão”, para não causar suspeição. 

E como não havia mais saída, a emissora mesmo que tardiamente, admite publicamente que a apoiou – mas não que financiou - o Golpe de 1964 que ideologicamente induzia a população a  chamar de revolução.

Em um excelente artigo publicado recentemente, Emir Sader analisa o editorial do Globo e afirma: o Globo começa mentindo: “não foi um ‘apoio editorial’. O jornal, junto com os outros que ele cita – quase toda a mídia da época, que quase toda ainda anda por aí –, participou do bloco golpista que criou o clima favorável ao golpe, promoveu as Marchas da Família, com Deus, pela Liberdade, que funcionavam para tentar passar a ideia de que a população pedia um golpe militar”. A empresa – sim a Globo é uma empresa global - apoiou o golpe militar e a ditadura militar ao longo de toda sua existência. E seguiu justificando-a até agora. Concordo inteiramente com o Emir.

Mas para a Globo apoiar pela metade não bastava. Assim, resolveu apoiar tudo: as mais variadas formas de repressão – prisões arbitrárias, torturas, execuções, condenações sem provas, e a ajudou a cassar a liberdade de expressão da população. Continuou apoiando...

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