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O lado genial da loucura

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O trabalho de dois talentos nacionais reunidos em uma exposição. Arthur Bispo do Rosário, artista plástico falecido em 1989, e sua construção de mundo através da arte é revelado por uma série de fotos clicada por Walter Firmo, um dos maiores fotógrafos brasileiros. 

O ensaio, feito em 1985 por encomenda de uma reportagem da revista Isto É, está reunido na mostra “Walter Firmo: Um Olhar Sobre Bispo do Rosário”, na Caixa Cultural.

De acordo com Marianna Salles Falcão, do site oficial da secretaria de Estado de Cultura do Rio, Arthur Bispo do Rosário, cujas obras foram expostas na 30ª Bienal de São Paulo e nos eventos das Olimpíadas Culturais de Londres em 2012, e em 2013 representará o Brasil pela segunda vez na Bienal de Veneza, teve a sensibilidade de sua arte reconhecida tardiamente. Isto porque viveu por mais de 25 anos internado em um hospital psiquiátrico, na antiga Colônia Juliano Moreira, onde lutava contra problemas mentais.

HEREROS: as origens

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Em dezembro de 2011 fui ver uma belíssima Exposição sobre os povos Hereros, no Museu da República de Brasília (Brasília).

Ontem, mais de um ano depois, fui ao Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, para  assistir ao filme de Sérgio Guerra sobre os mesmos povos Hereros.

Confesso que depois de visitar a Exposição à expectativa sobre o filme era grande. 

Saí de lá com a mesma deliciosa e perturbadora sensação que senti quando saí da Exposição, de ter descoberto mais um pouco sobre as nossas origens. Não me decepcionei.

-As origens:

Escutei os antepassados, os mais velhos que já se foram. Nós fomos nascidos nessa área chamada Calundo Cambete e dali nos metemos em línguas diferentes; quem foi falar uma certa língua passa a pertencer a essa língua, mas todos somos Hereros, tal e qual ao Mukubal.
(SOBA MUTILI MBENDULA – MUHIMBA).

Na verdade nós todos somos família. Somos Hereros, todos. Mas fomos divididos por conta dos nossos costumes de trabalho.
(TCHIMBARI KEZUMO BINGUÊ – MUHIMBA).

Quem tem medo do Feminismo?

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Fragmentos da intolerância.

De todos os tipos de intolerâncias existentes em nossa sociedade, a que se impõe contra o Movimento Feminista é uma das que mais me incomodam. Não porque sou feminista ou porque não aceito a opinião alheia, mas pelo simples fato de tal relutância estar embasada em puro preconceito e alienação.

Então quer dizer agora que todas as mulheres são obrigadas a serem feministas? Não, não são.

Ainda que eu cultive esperanças de que todas as pessoas tenham a consciência de que o Feminismo é necessário para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária e, que acima de tudo é preciso militar, isso não quer dizer que todas as mulheres são obrigadas a serem feministas. Isto porque, para mim, as pessoas devem ser livres para serem o que quiserem, como quiserem e quando quiserem.

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