A minha esperança sempre foi o grande cinema.
Nada de tela grande, monumental, à Hollywood. Mas aquele grande cinema de Ladrões de Bicicleta, de Hiroshima, mon amour, de Luzes da Cidade, de O Garoto, de todo Buñuel. Com isso chego mais perto do cinema brasileiro. Para mim, eu sempre quis e esperei o cinema de Nelson Pereira dos Santos, de Vidas Secas e Memórias do Cárcere, por exemplo. O cinema de Cidade de Deus, mais recente, ou daquela obra genial Deus e o Diabo na Terra do Sol, ou de algo próximo de O Pagador de Promessas.
Nada de tela grande, monumental, à Hollywood. Mas aquele grande cinema de Ladrões de Bicicleta, de Hiroshima, mon amour, de Luzes da Cidade, de O Garoto, de todo Buñuel. Com isso chego mais perto do cinema brasileiro. Para mim, eu sempre quis e esperei o cinema de Nelson Pereira dos Santos, de Vidas Secas e Memórias do Cárcere, por exemplo. O cinema de Cidade de Deus, mais recente, ou daquela obra genial Deus e o Diabo na Terra do Sol, ou de algo próximo de O Pagador de Promessas.
Em lugar do que espero, encontro diálogos absurdos, inverossímeis, como pude ver em “Febre do Rato”, um filme a que fui assistir porque seria uma homenagem a um poeta marginal, que se inspirava inclusive em Miró, que tão bem conheço. Decepção total. “Cinema pernambucano é cinema de intuição”, já afirmou uma vez Lírio Ferreira. Mas o que dizer, amigos, diante das últimas notícias, para mim uma das melhores, somente abaixo do discurso da presidenta Dilma na ONU? Como esta aqui:
