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Dançapé

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Dona Chica vai dançar
Sinhazinha vem sambar
Brasileiro vai dançá
Na pancada do ganzá...
Êêê...Ôôô...

Dançapé



O Dia das crianças, o consumismo, a robotização do comportamento

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E a infância prejudicada.

Segundo Frei Betto, em sua coluna na Rádio Brasil Atual, as crianças estão sendo transformadas em meros espectadores da televisão e da internet, deixando de ser protagonistas da fantasia.

Na semana do Dia da Criança, no próximo sábado (12), Frei Betto alerta para o que chama de "robotização da infância" e critica o consumismo que cerca a data, criada pelo comércio para alavancar vendas de brinquedos, roupas infantis e demais produtos criados para esse público.

Para o religioso e ativista social, as crianças das gerações atuais não são mais criadoras das fantasias que vivenciam, mas as recebem da televisão e da internet, num processo que praticamente elimina o contato e a convivência com amigos e impedem aos pequenos “se educar nos códigos da sociabilidade, como saber admitir seus próprios limites e reconhecer o direito dos outros”.

Betto lembra ainda, que o universo onírico, dos sonhos e das brincadeiras, é essencial para a saúde psíquica da criança. Por meio da fantasia, ela consegue transportar o mundo adulto à sua vivência infantil, de forma criativa. 

“Embora bonecas não bebam suco, nem cachorros possam estabelecer diálogo com uma criança, a criança atribui à boneca ou ao animal estados que são próprios de seres humanos”, esclarece.

“A diferença em relação às gerações passadas é que agora o protagonista da fantasia não é a criança, é a animação daquilo que aparece na telinha, seja do computador, seja da TV. A criança é relegada à condição de mera espectadora”, afirma.

Vivenciar o período da infância com atividades lúdicas e interação com amigos tornou-se tarefa complicada. “A rua é um lugar perigoso, ameaçado pela violência e pelo trânsito”. Com isso, a maioria das crianças permanece em casa, tendo como divertimento a televisão e a internet, acentuando o medo do real e a dependência familiar.

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Mais que agir impulsivamente dentro de um Shopping, é hora de refletir.

Os médicos e o Dr. Google

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Nos Estados Unidos, 70% dos indivíduos com alguma doença crônica fazem uso de alguma alternativa na esperança de melhorar seu estado de saúde, diminuir sintomas ou ajudar na possibilidade de cura. Se isso resulta em algum benefício ou em algum prejuízo para o paciente é uma questão controversa, existem defensores e críticos totais contra essa atitude dos pacientes. 

Alguns médicos são totalmente céticos com relação a qualquer alternativa que não sejam os medicamentos por eles receitados, alternativas essas que podem ser um simples café, beber água, fazer uso de uma vitamina, um chá, freqüentar uma igreja, fazer alguma terapia oriental, etc., falam que somente com evidências científicas comprovadas é possível ter segurança no tratamento de qualquer enfermidade. 

Esses médicos, afortunadamente menos a cada dia, querem um paciente mudo, que não faça perguntas, recomendam não freqüentar grupos de apoio formados por pacientes, que não devem procurar na internet informações no Dr. Google ou páginas Web que não sejam as da sua sociedade médica, enfim, querem o domínio total sobre a vida do pobre do paciente. 

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