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Condenados: Dirceu, Genoino e Delúbio

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Na fatia, o STF condenou os indivíduos...

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), condenou ontem (9/10), por corrupção ativa, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, os ex-dirigentes petistas José Genoino e Delúbio Soares, e mais cinco réus do chamado núcleo publicitário do denominado “mensalão”, entre eles Marcos Valério. Oito, dos dez ministros votaram neste item do julgamento. Todos foram unânimes em apontar a culpa de Delúbio Soares pelo crime. Dirceu teve dois votos pela absolvição e Genoino, apenas um. 

O voto que condenou Dirceu foi dado por Marco Aurelio, o oitavo ministro a se pronunciar sobre a acusação. Como era esperado, o ministro refutou de forma veemente a tese de que o tesoureiro Delúbio Soares foi o único responsável por todo o esquema. “Tivesse Delúbio Soares a desenvoltura material e intelectual atribuída a ele, certamente não seria apenas tesoureiro do partido”, disse.

Cerca de uma hora após à condenação, José Dirceu postou no seu blog uma mensagem ao povo brasileiro. 

Mas, enquanto o STF condena os indivíduos...

...As urnas absolvem a instituição partidária, em que pese os esforço da oposição midiática. Até a Veja se viu obrigada a reconhecer.

E o resultado das urnas é que o PT elegeu 626 prefeitos no primeiro turno. O número é 14% maior do quem em 2008, quando o partido elegeu 550 prefeitos. No segundo turno o PT  ainda disputará as eleições em 22 das 50 cidades que vão escolher o prefeito em 28 de outubro, inclusive São Paulo e Salvador, para o desespero dos DemosTucanos.

Minha opinião sobre a decisão do STF?

Simples: Sou movida por idéias, ideais e projetos.
Não por indivíduos.

Saudações!

As lições que vem das ruas e vielas...

-A de cidadania e vem da Venezuela:

Pela Constituição daquele país, os venezuelanos não são obrigados a votar.
Mas, cientes da importância do pleito e do dever cívico, 80% dos quase 19 milhões de pessoas enfrentaram longas filas, mas compareceram ao pleito. Os centros de votação foram abertos às 6 horas (7h30 em Brasília) e vários eleitores chegaram às 4 horas nas seções. O período de votação, que acabou sendo estendido, encerrou-se às 18 horas (19h30 pelo horário de Brasília).

Ao término das eleições, em entrevista coletiva, o titular da missão de acompanhamento eleitoral da Unasul destacou a tarefa do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), e afirmou que o processo foi sério e Transparente, e agradeceu a “predisposição de todos os setores internos e externos que acompanharam o pleito”.

Legitimidade e  Democracia

O delegado admitiu que “até pessoas bem intencionadas duvidavam de como se ganhavam as eleições na Venezuela, mas o que se viu levou por terra todas as suspeitas, a dos mal intencionados, e supostamente ingênuos”.  “A América Latina custou muito a recuperar a democracia. O saldo final foi mortes, desaparecimentos e torturas. Como não nos comovermos quando vemos filas enormes, quando vemos pessoas de 90 anos querendo votar?”, perguntou o chefe da missão da Unasul.

Terra pública não tem dono, tem Gestor.

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E quando o gestor tem compromisso com os mais necessitados, ao invés de mandar espancar ou matar, distribui.

Por determinação da presidenta Dilma, o Ministério do Planejamento vai regularizar a situação de cerca de 1.750 famílias ribeirinhas que estão ocupando terras da União nos municípios de Manicoré e Boca do Acre, no interior do Amazonas.

Em Manicoré, já foram cadastradas 750 famílias no programa de regularização fundiária da Secretaria de Patrimônio da União (SPU/MP). Todas irão receber até o final de 2013 o Termo de Autorização de Uso Sustentável (TAUS). 

O TAUS regulariza a ocupação de áreas da União caracterizadas como várzeas de rios federais e promove o uso racional e sustentável das terras. Em Boca do Acre, a regularização fundiária é uma das prioridades do programa, pois a população ribeirinha vive em conflito fundiário com grileiros que promovem exploração ilegal de madeira na região, e por isso são constantemente ameaçados. 

A Coordenação Geral da Amazônia Legal da SPU, enfatiza que “ao entregar o TAUS às famílias ribeirinhas, o governo está reconhecendo o direito à moradia dessas famílias e permitindo o uso sustentável dos recursos naturais”.

O Termo é a porta de entrada para diversas políticas públicas, garantindo desde o acesso dos ribeirinhos à aposentadoria rural até ao Bolsa Verde, que integra o Programa Brasil Sem Miséria”.




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