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Todos os dias...

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Cerca de 360 crianças e adolescentes são vítimas de violência no país

Dados divulgados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República mostraram que 77% das denúncias registradas por meio do Disque 100, entre janeiro e novembro deste ano, são relativas à violência contra crianças e adolescentes, o que corresponde a 120.344 casos relatados.

Isso significa que, por mês, ocorreram 10.940 agressões, o que dá uma média de 364 denúncias por dia.

No exterior, as denúncias as denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes podem ser feitas pelo número telefônico 55- 61.3212.8400 ou no endereço eletrônico: disquedenuncia@sdh.gov.br

Mas, felizmente, aumentou o número de denúncias e penalidades para os agressores.

Melhor seria se não houvesse nenhuma...

Eles deveriam seguir o nosso exemplo

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Cresceu 14% o número de armas entregues na Campanha do Desarmamento.

Uma semana após lançar uma nova campanha publicitária para a entrega voluntária de armas, o Ministério da Justiça contabiliza 509 armas de fogo entregues pela população, o que significa um aumento de 14% em relação à semana anterior, quando foram recolhidas 445 armas em quase todo o país. 

São Paulo lidera o ranking de entrega de armas, com 149 unidades; o Rio Grande do Sul recolheu 82 e Minas Gerais 66.

São três, os tipos de armas mais entregues: Revólver (298), espingarda (83) e pistolas (45).

Saiba com proceder para entregar uma arma, e a localização dos postos de coletas aqui:

Leilão do ar

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Carlos Drummond de Andrade.

Uma crítica ao desmonte feito pela ditadura militar à Panair do Brasil e à aviação brasileira.

Nos últimos tempos, vem acontecendo leilões de navios e leilões de ilhas, não sei se de montanhas. O leiloeiro, diante de um público restrito, mas de alto poder econômico (não há por aí gente em condições de arrematar uma ilha ou um navio inteiro), faz se exatamente como se se tratasse de um aparelho de chá ou de um lote de miudezas. Só que é estranho ver uma ilha leiloada, com suas águas, plantas, bichos, minerais, caminhos, casas e outras benfeotirias.  Quem dá mais? Dou-lhe uma, dou-lhe duas... De repente, ao entardecer, a ilha aparece no salão escuro, cercada de dívida; emerge da papelada do espólio, ocupa a rua, caminhamos por ela através dos lances do leilão, de gritos martelados.

Com o navio sucede a mesma coisa. É um velho barco desmoralizado, mas como viajou! Se tardar um pouco o leilão, êle se reduzirá a sucata. Vai afundando... mas tudo que foi susto ou alegria de navegação vem a tona, e a sala se enche de gíria da marujada, cabeludas histórias de bordo, ventos, tempestades, tatuagens, o diabo sôlto no mar. Mesmo em ruínas, que nobre é o navio, inclusive os cargueiros!

Agora o leilão é outro: banal na aparência: pequenos objetos, bôlsa de viagem, cristais, saboneteiras, latas, xícaras, taças de sorvete, poltronas. Muitas poltronas. Muitas poltronas, em que os presentes podem sentar-se, testando-lhes a comodidade. No entanto, êste é também um leilão raro, o primeiro no gênero, de que tenho notícia no país: o de uma empresa de aviação. Na loja da Avenida Graça Aranha, expõem-se os tristes trastes da panair do Brasil. Coisas que escaparam de acidentes aéreos, para vir sofrer o desastre em terra, com o esfacelamento da companhia, que serviu a tanta gente por tantos anos.

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