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A única coisa de anormal que eu tenho é a minha curiosidade

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Em abril de 1955, morreu Albert Einstein.

Até este dia, e durante vinte e dois anos, O FBI – Federal Bureau of Investigation, grampeou o seu telefone, leu suas cartas e revirou suas latas de lixo.

Einstein foi espionado porque era espião. Espião de Moscou: era o que dizia sua frondosa ficha policial. E também dizia que ele havia inventado um raio exterminador e um robô capaz de ler a mente humana. E dizia que Einstein foi membro, colaborador ou filiado a trinta e quatro frentes comunistas entre 1937 e 1954, dirigiu honorariamente três organizações comunistas, e não parece possível que um homem com esses antecedentes possa se transformar em num leal cidadão americano.

Nem a morte o salvou. Continuou sendo espionado. Já não pelo FBI, mas pelos seus colegas, os homens da ciência, que o cortaram seu cérebro em duzentos e quarenta pedacinhos e analisaram um por um, à procura da explicação de seu gênio.

Não encontraram nada.Einstein bem que tinha avisado:

- A única coisa de anormal que eu tenho é a minha curiosidade.

(Do livro Os Filhos dos Dias)

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E... até hoje os americanos do norte continuam achando que Cuba é a ameça a ser abatida...
Rede Globo demitiu quase 300 no ano passado.

A Rede Globo fechou o ano de 2012 com a demissão de 243 radialistas e 42 jornalistas no Rio de Janeiro. 

E estas dispensas acontecem mesmo que a emissora tenha assinado acordo no Ministério Público do Trabalho que a obriga a contratar – entre fevereiro de 2012 e de 2013 – 150 jornalistas e radialistas para acabar com o excesso de horas extras – muito acima do limite legal — dos profissionais de suas redações.

O número de dispensas foi levantado pelo Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio e pelo Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro, através das rescisões homologadas. As duas entidades trabalham em conjunto e em contato com a Procuradoria do Trabalho, para que a emissora cumpra com o acordo.

A Outra História do Mensalão é um sucesso

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“Os 8 mil exemplares da primeira edição do livro A Outra Historia do Mensalão já estão comprometidos com uma parte dos clientes da Geração Editorial. Mesmo em pleno Carnaval, a editora foi obrigada a aumentar a tiragem inicial em mais 10 mil exemplares, necessários para atender a enorme procura. Até as 12h da Quarta-feira de Cinzas, 30% dos 10 mil extras também foram reservados para mais uma parte dos parceiros comerciais da editora. A mais nova polêmica traz as contradições do suposto “maior julgamento” da história da Justiça brasileira. A tiragem de 18 mil exemplares é um número considerado alto para o mercado editorial brasileiro.

A editora mais polêmica do Brasil apostou em A Outra Historia do Mensalão – As contradições de julgamento político, de autoria do jornalista Paulo Moreira Leite, para os leitores tirarem a sua própria conclusão sobre o julgamento mais midiático realizado pelo Supremo Tribunal Federal. A obra tem o prefácio do respeitado jornalista e colunista da Folha de S. Paulo, Janio de Freitas.

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