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Por debaixo dos panos do falso moralismo

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Ficam escondidas as complicações.

Na questão do aborto, de uma forma geral, a ética do “contra ” é baseada no poder aquisitivo de quem pode pagar pelo procedimento médico. Publicamente negam, por debaixo dos panos praticam. As mulheres de melhor poder aquisitivo conseguem interromper a gravidez com segurança, enquanto as mais pobres se arriscam em mãos inabilitadas e condições inadequadas, sofrendo as consequências do aborto malfeito.

Conselho Federal de Medicina decide a favor da autonomia da mulher: Aborto pode ser até 12ª semana e esclarece posição a favor da autonomia da mulher no caso de interrupção da gestação.

“Somos a favor da vida, mas queremos respeitar a autonomia da mulher que, até a 12ª semana, já tomou a decisão de praticar a interrupção da gravidez”, afirmou o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d´Avila, que esclareceu a posição tomada pelo CFM e pelos 27 conselhos regionais de medicina (CRMs), tomada por maioria durante o I Encontro Nacional de Conselhos de Medicina 2013,  acerca de ampliação dos excludentes de ilicitudes penais em caso de interrupção de aborto.

Por maioria, os Conselhos de Medicina concordaram que a Reforma do Código Penal, em processo de discussão, deve afastar a ilicitude da interrupção da gestação em uma das seguintes situações: a) quando “houver risco à vida ou à saúde da gestante”; b) se a “gravidez resultar de violação da dignidade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida”; c) se for “comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente,  em ambos os casos atestado por dois médicos”; e d) se “por vontade da gestante até a 12º semana de gestação”.

Saudade da Panair, ou...

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Comissão Nacional da Verdade investiga perseguição que levou à falência da Panair do Brasil

As causas que levaram à falência da companhia aérea Panair do Brasil, ocorrida em 1965, foram examinadas no dia 23, durante audiência pública da Comissão Nacional da Verdade, que se reuniu pela manhã no teatro Maison de France, no Centro do Rio.

O objetivo da audiência foi colher dados, depoimentos e documentos sobre a empresa que, no entender dos promotores, foi prejudicada pelo regime militar de 1964. O caso vai integrar o relatório da Comissão da Verdade, a ser entregue em maio de 2014 à presidenta Dilma Roussef.

Participam da audiência o coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Paulo Sérgio Pinheiro, a coordenadora do grupo de trabalho Golpe de 64, Rosa Cardoso, o representante do Arquivo Nacional Jaime Antunes e o presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous. Também estava na reunião Rodolfo da Rocha Miranda, atual presidente da Panair do Brasil.

A Panair do Brasil tinha capital 100% nacional. A empresa perdeu a licença para voar em 10 de fevereiro de 1965, tendo sido extinta pelas autoridades da época. Foi reabilitada em 1995 e tem como empregados hoje três advogados, que movem três ações indenizatórias.

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A companhia aérea ficou imortalizada na bela música de Milton Nascimento, cujo título original é Conversando no bar.

Agência Brasil

E se o ferro ferir, e se a dor perfumar

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Que eu sei existir
Em algum lugar

Vou seguindo seguir
E quero teus lábios beijar



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