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Pela porta dos fundos

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Alguns profissionais que estão hoje na TV, comportados e politicamente corretos, nem sempre foram assim. 
Tirados de programas alternativos em TVs de menor alcance de público e levados para a Globo acabaram perdendo toda a autenticidade de antigamente.

Afinal na tela global é preciso ler na cartilha de quem é líder de audiência e assumir o peso da responsabilidade em relação a patrocinadores e números do ibope.
Por isso, esses profissionais precisaram se enquadrar não só no vocabulário, no conteúdo, no gestual, mas também na forma de se vestir, pentear e maquiar. Tudo para emplacar como um sucesso a mais na constelação global e ali disputar seu espaço na preferência popular.

Mas será que esses profissionais conquistaram mesmo a simpatia do povo ou apenas entraram na maratona do hábito do brasileiro de assistir a Globo incondicionalmente, independente da qualidade do produto ou do profissional?
Não pretendo citar nomes, até porque já ficou cansativa a ladainha de enumerar esse ou aquele apresentador, homem ou mulher, que mudou o estilo para agradar a gregos e troianos. Mas talvez valha a pena comentar o exemplo maior dessa mudança de comportamento do descontraído para o engessado querendo parecer informal, o Faustão.

As afirmações do The Lancet

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E as que jamais me esquecerei...

-“Vou morrer defendendo os mais necessitados, e quem não gostar que como menos ou, engula a seco”.

-“E não adianta não querer enxergar a realidade apenas por pura fobia social, arrogância típica de quem tem e sempre teve a barriga forrada”.

-“Concentrar é fácil. O desafiador é dividir o lucro e o futuro”.

As afirmações acima eu ouvi pela primeira vez quando ainda não tinha dez anos e nunca mais me saiu da cabeça. Creio que foi por essa época que decidi militar em favor dos mais necessitados, já que eu era de alguma forma um deles.

Um estudo inédito de pesquisadores brasileiros, publicado na edição de maio da revista inglesa The Lancet, revela que o Programa Bolsa Família teve contribuição decisiva para a queda da mortalidade de crianças menores de 5 anos, de 2004 a 2009. Segundo os pesquisadores que fizeram o trabalho, as taxas de mortalidade infantil tiveram redução de 17% na mortalidade de crianças menores de 5 anos, entre 2004 e 2009.
A pesquisa foi feita com dados de cerca de 50% dos municípios brasileiros e revela que o programa contribuiu, principalmente, para a redução dos óbitos em decorrência da desnutrição. A pesquisa registra que o Programa Saúde da Família também contribuiu para a queda dos números.

Será que você é um homofóbico enrustido e não sabe?

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“Você. Sim, você, que diz que não é preconceituoso porque tem amigos gays.

-Que acha um absurdo homossexuais serem surrados, mas “entende” quando gays “extrapolam” em suas liberdades, tiram outras pessoas do sério e “exageros” acabam acontecendo. 

-Que defende a igualdade perante a lei, mesmo que vivamos em uma sociedade com pessoas que, historicamente, tiveram mais direitos que outras e, portanto, estão em uma situação privilegiada. Pois, para você, igualdade de tratamento deve significar manutenção da desigualdade – ou seja, se houver punição para homofobia também deve haver para heterofobia. 

-Você, que acredita, acima de tudo, na proteção à família cristã, com pai e mãe, como solução para todos os males do mundo.

-Acredite, você pode ser dodói e, talvez, nem perceba. Pois o diabo, ele sim, não está apenas nos grandes atos discriminatórios ou em genocídios, mas também nos detalhes que causam dor no cotidiano. Responda comigo:

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