Com 1,4 milhão de assinantes e 134 milhões de visualizações
Alguns profissionais que estão hoje na TV, comportados e politicamente corretos, nem sempre foram assim.
Tirados de programas alternativos em TVs de menor alcance de público e levados para a Globo acabaram perdendo toda a autenticidade de antigamente.
Afinal na tela global é preciso ler na cartilha de quem é líder de audiência e assumir o peso da responsabilidade em relação a patrocinadores e números do ibope.
Por isso, esses profissionais precisaram se enquadrar não só no vocabulário, no conteúdo, no gestual, mas também na forma de se vestir, pentear e maquiar. Tudo para emplacar como um sucesso a mais na constelação global e ali disputar seu espaço na preferência popular.
Mas será que esses profissionais conquistaram mesmo a simpatia do povo ou apenas entraram na maratona do hábito do brasileiro de assistir a Globo incondicionalmente, independente da qualidade do produto ou do profissional?
Não pretendo citar nomes, até porque já ficou cansativa a ladainha de enumerar esse ou aquele apresentador, homem ou mulher, que mudou o estilo para agradar a gregos e troianos. Mas talvez valha a pena comentar o exemplo maior dessa mudança de comportamento do descontraído para o engessado querendo parecer informal, o Faustão.
.jpg)
