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Oswiecim

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A mudança que nunca aconteceu.

No dia 28 de maio de 2006, o papa Bento, sumo pontífice da Igreja católica, passeou entre os jardins da cidade que se chama, em língua polonesa, Oswiecim.

A certa altura do passeio, a paisagem mudou.

Em língua alemã, acidade de Oswiecim se chama Auschwitz.

Auschwitz, o papa falou na fábrica de morte mais famosa do mudo, e perguntou:

-E Deus, onde estava?

Ninguém informou a ele que Deus nunca havia mudado de endereço.

E perguntou:

-Porque Deus ficou calado?

E ninguém explicou que quem havia se calado era a Igreja, que falava em nome de Deus.

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Os Filhos dos Dias.

Três mulheres na FIFA

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Nsekera é a primeira mulher eleita para o Comitê Executivo

O Comitê Executivo da FIFA deu as boas-vindas a três mulheres após a histórica votação realizada no Congresso da FIFA nas Ilhas Maurício, ontem  (sexta-feira), 31 de maio de 2013. 

Lydia Nsekera foi escolhida para o cargo ao receber o maior número de votos (95) na primeira eleição de uma candidata do sexo feminino para a função e estará no cargo por quatro anos. 

Moya Dodd (70 votos) e Sonia Bien-Aimé (38) participarão do principal órgão decisório da FIFA como convidadas durante o período de um ano.

A eleição se segue a uma proposta feita pelo presidente da instituição, Joseph S. Blatter, apoiada pelos atuais membros do Comitê Executivo, de contar com mais mulheres em cargos decisórios no futebol. Este é um importante passo no processo de reformulação da FIFA, planejado para durar dois anos.

A presidenta da Federação Burundinesa de Futebol, Lydia Nsekera, entrou para a história no ano passado, na 62ª edição do Congresso da FIFA, realizada em Budapeste, na Hungria, ao ser convidada e se tornar a primeira mulher a participar do Comitê Executivo. 

Seu mandato era provisório e tinha a duração de um ano.

Fonte: FIFA

Perdeu Monsanto!

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Monsanto fracassa em tentativa de criminalizar a acabar com a luta social.

Os cinco ativistas processados pela Monsanto no Paraná acabam de ser absolvidos por unanimidade pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PR). A empresa havia entrado com um processo de acusação de esbulho possessório, após um protesto realizado em 2003 em uma de suas fazendas, utilizada para experimentos transgênicos, em Ponta Grossa (PR). De acordo com o coordenador da ONG Terra de Direitos e um dos cinco processados, todos os desembargadores disseram não haver provas para a condenação.

O protesto aconteceu em seguida ao encerramento do 2º Encontro da Jornada de Agroecologia, cujo tema era “Terra Livre de Transgênicos e sem Agrotóxicos”. Cerca de 600 manifestantes se dirigiram a fazenda da Monsanto para denunciar a entrada das sementes geneticamente modificadas no estado, a realização ilegal de pesquisas e crimes ambientais cometidos pela empresa. Na ocasião, uma plantação transgênica foi destruída em protesto. Seis dias depois a área foi ocupada por agricultores familiares e sem terra.

À época, tanto a “grande mídia” quanto a oposição (PSDB/DEM), tentaram defender a Monsanto e chamaram os manifestantes de terroristas, baderneiros, criminosos e irresponsáveis. Além de acusá-los de estarem à serviço do comunismo e do PT.

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