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Um até breve

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No tempo das coisas.

Existe o tempo de tudo e para tudo.
O tempo de semear, plantar e colher.

E é claro, não pode faltar o tempo do trabalho e o do descanso, que embora sejam antagônicos em alguns aspectos, em outros são complementares, mesmo que a Mais-Valia Absoluta produzida pelo primeiro, já não seja mais mencionada pelos neocapitalistas no atual mundo do trabalho.

E por falar em tempo... 
É exatamente para o tempo do descanso que pretendo me retirar. 
A partir de amanhã (11) estarei de férias. Retornarei no dia 22/8. 

Até lá, espero que aproveitem bem todos os Tempos.
Obrigada pelo tempo da sua companhia.

Um grande abraço.
Até!

O Cruzeiro do Sul e as Luzes do Bem

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Do conhecimento e reconhecimento, 

Do elo perdido. 

Na noite de quatro de julho de 1799, Alexander von Humboldt e Aimé Bonpland descobriram o Cruzeiro do Sul.

Eles vinham navegando, através do mar imenso, quando foram saudados por essas estrelas que nunca tinham visto.
O Cruzeiro do Sul estava anunciando o caminho da América.

Humboldt e Bonpland não vinham para conquistar. Vinham para dar. E muito nos deram, esses cientistas aventureiros, que nos ajudaram a nos conhecer e a nos reconhecer.
 
Anos depois, ao fim da viagem pelos profundos da terra americana, Humboldt voltou para a Europa.
Aimé, dom Amado, preferiu ficar nesta terra que já era dele.

Até o fim de seus dias, dom Amado coletou e classificou milhares de plantas ignoradas, e resgatou perdidas ervas medicinais da tradição indígena, fundou farmácias verdes gratuitas para todos, arou, semeou, colheu, criou filhos e galinhas, aprendeu e ensinou, sofreu prisão e praticou o amor ao próximo – começando pelas próximas.

(Os Filhos dos Dias).

*****
Dedico este texto à amiga Flavia, do blogue Luzes do Bem, por me apresentar a história da "Análise das Coisas".

Obrigada Flavia.

Classe Média: O perfil social da hipocrisia sorrateira

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E, sem muita filosofia,  convido os leitores a ouvir os críticos versos do cantor popular Max Gonzaga, na música “Sou classe média”, cujas frases finais apregoam: “Toda tragédia só me importa quando bate em minha porta / Porque é mais fácil condenar quem já cumpre pena de vida...”

O título desta coluna é uma reverência a Luiz Fernando Veríssimo que, em meados dos anos 80, escreveu uma crônica também assim intitulada. Naquele texto, o consagrado escritor, com deliciosa ironia, falava sobre o crescente empobrecimento da classe média. Eram tempos difíceis, de que muitos parecem esquecer-se.

Mas a classe média não ficou pobre e hoje, em novo cenário, o que se vê, pelo contrário, é a ascensão social de segmentos até então excluídos. Chega-se a mencionar uma “nova classe média”, mas essa, creio, é uma expressão forçada. O que há são algumas dezenas de milhões de miseráveis ou pobres que, em função de políticas públicas, estão alcançando um nível, ainda insuficiente, de dignidade e cidadania.     

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