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Literatura da periferia começa a chamar a atenção do mercado

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Por ter mágica, sabores e saberes.

O Brasil está assistindo, nos últimos anos, a um movimento cultural vindo da periferia, englobando literatura, música, entre outras manifestações. “Em todas as manifestações artísticas há uma efervescência cultural, novos interesses e talentos aparecendo”, disse ontem (9) à Agência Brasil a presidenta do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Jardim.

Sônia ressaltou, porém, a importância de se ter um padrão de qualidade no que se refere à literatura marginal, ou de periferia, “como em toda manifestação cultural”, para que ela saia desse nicho e possa atingir o mercado como um todo. Segundo Sônia, as editoras estão atentas à voz da periferia. “Se essa voz é restrita só aos seus vizinhos ou se ela pode atingir outro público”.

Não há preconceito das editoras em relação à literatura marginal, afiançou.   “Ela está crescendo e a gente tem visto um ou outro talento despontando. Acho que pode vir a ser uma nova linha”. Sônia Jardim observou que estão surgindo também autores vindos do interior, saindo um pouco do eixo Rio de Janeiro/São Paulo, bem como de outras regiões do país, o que é muito positivo.

Um dos escritores que falam da periferia paulista, Sérgio Vaz, disse hoje (9) à Agência Brasil que esse é um movimento que tende a crescer. “Porque não é um movimento de escritores. É um movimento para formar leitores, aquilo que as pessoas esqueceram de fazer: fomentar a literatura entre as pessoas. E essa literatura dialoga diretamente com as pessoas da periferia, nas praças, nos bares, nas escolas. Está trazendo mais gente, cada vez mais”.

Meritíssimo, eu admiro sua petulância senil

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A palavra deve ser fonte de entendimento.

Quando eu era Juiz de Direito em atividade, causava-me certo incômodo o tratamento “meritíssimo”. Meritoso, adjetivo que significa digno de apreço ou de elogios, ainda seria aceitável. Mas meritíssimo, superlativo de meritoso, parecia-me um exagero totalmente sem propósito.

Mas se eu advertisse a parte, fosse advogado ou cidadão comum, a respeito da impropriedade do tratamento, certamente não seria entendido. A ressalva, que eu fizesse, seria recebida como censura ou descortesia. Por esta razão, se o advogado, com a melhor das intenções, colocava a frase “meritíssimo, peço a palavra”, eu simplesmente respondia: “tem a palavra, doutor”.

O homem do povo, o trabalhador, o agricultor fica perturbado com o palavrório da Justiça. A palavra deve ser fonte de entendimento. Através do verbo as pessoas se comunicam, agradecem, fazem pedidos, manifestam sentimentos. No caso da Justiça, as expressões difíceis, as sessões secretas, as cancelas e muros, as togas, o aparato, tudo isto dificulta a relação dos cidadãos com as cortes forenses. Daí que os excessos devem ser evitados. Entretanto, numa outra vertente, há um certo encantamento com o mistério das palavras e a solenidade judicial. Relato um episódio a respeito deste ângulo da questão.

Tico-Tico...

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No Fubá.

Música composta em 1917, por Zequinha de Abreu.










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