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Com oportunidade, todos ficarão parelhos...

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Especificamente no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), onde os dados não mentem.

Veja alguns exemplos de notas de corte/ pontuação, por curso/área:
-Medicina: -Cotistas: 761,67, -Ampla concorrência: 787,56
-Pedagogia:  -Cotistas: 591,58, -Ampla concorrência: 598,08 
-Licenciatura: -Cotistas: 606,45, -Ampla concorrência: 627,51

No levantamento do Ministério da Educação (MEC), o apontamento é real e reflete à realidade que precisa ser enxergada por todos.  Do total de 1.949.958 inscritos, 864.830 optaram pelas vagas destinadas a cotas raciais e socioeconômicas. O número corresponde a 44% dos inscritos. 

Entre os inscritos pelas cotas, 349.904 candidatos se autodeclararam pretos, pardos ou indígenas com renda familiar igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e, 193.238 alunos se autodeclararam pretos, pardos ou indígenas - independentemente do critério da renda familiar. Baseado no critério da renda familiar abaixo de 1,5 salário mínimo, foram 168.243 alunos inscritos. Já no critério referente apenas aos estudantes que fizeram o ensino médio na rede pública, foram inscritos 153.445 candidatos. 

Dilma tem dois: um anatômico e um político

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Promessa é dívida. Só que neste caso, positiva.

Uns, por alguma visão mágica, não acreditaram.

Outros, deliberadamente torceram contra.

Mas...

Dilma falou, prometeu e sancionou ontem (14) a lei que prorroga as concessões de geração de energia elétrica e reduz encargos setoriais de forma a oferecer tarifas menores ao consumidor, cumprindo assim  a promessa, em que pese a constante oposição partidária e midiática patrocinada pela Globo, o Estadão e a Folha de São Paulo.

De acordo com a Lei 12.783, de 11 de janeiro de 2013, as concessões de geração de energia elétrica poderão ser prorrogadas uma única vez, pelo prazo de até 30 anos, de forma a assegurar a continuidade e a eficiência da prestação dos serviços e tarifa mais baixa.

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disciplinará os critérios para o repasse, e a tarifa que será paga pelo consumidor final, de forma a preservar a qualidade e os investimentos necessários para manter a qualidade e continuidade da prestação do serviço pelas usinas hidrelétricas.

Promessa é dívida, só que nem todos os presidenciáveis que fizeram esta mesma promessa em sucessivas   campanhas eleitorais, tiveram "peito" para cumprir.

Dilma tem dois: um anatômico e um político...

Rubem Braga, o poder e a porca mal capada

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Rubem Braga e o poder

Em 1990, Rubem Braga descobriu que estava com câncer. O presidente Collor confiscara todos os haveres bancários, incluídos os das cadernetas de poupança. Carlos Castello Branco – que não era amigo do cronista e havia feito uma cirurgia nos Estados Unidos, para livrar-se de mal semelhante – escreveu-lhe uma carta. Nela, com grande otimismo, aconselhava o autor de O Conde e o Passarinhoa tratar-se no mesmo hospital em que se tratara, creio que em Houston.

Rubem disse aos amigos comuns que iria a Houston, com prazer, desde que o governo liberasse as suas aplicações. Sua amiga Vera Brant acionou as excelentes relações em Brasília, para que o dinheiro de Rubem – não tão grande assim – lhe fosse entregue para a viagem e o tratamento, comunicou ao cronista as suas diligências e a confiança em que tudo seria resolvido logo.

Rubem, segundo alguns amigos, começou a pensar na viagem, enquanto o tempo passava. Uma semana, duas semanas, um mês – e nada. As pessoas do governo, contatadas por Vera Brant, davam vagas informações do pleito, até que a brava mineira reclamou uma resposta clara: o Ministério da Fazenda – ou da Economia, não me lembro ao certo – informou que se todos os que estivessem com câncer pedissem a liberação de seus haveres, o Plano Collor fracassaria.

Vera então imaginou um ardil. Disse a Rubem que o dinheiro já estava liberado, mas dependia de meras providências burocráticas. Assim, ela e outros amigos iriam adiantar-lhe a importância necessária para a viagem, e ele, quando recebesse seu dinheiro, poderia devolvê-la.
Rubem agradeceu muito, mas como homem honrado e orgulhoso, não aceitava. Percebera a manobra amiga da escritora, agradeceu, recusou com elegância e polidez. Não era um necessitado, só queria que lhe devolvessem as economias que fizera, e com as quais cuidaria da própria saúde. Entendia a solidariedade de Vera e seus amigos, mas era um homem soberbo.

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