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Já está no ar o site da Funpresp

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Mesmo em construção, está.

No ar desde a segunda-feira (4) o site da Fundação Previdenciária do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp-Exe), será o canal de comunicação direta entre a fundação e servidores públicos federais, do Poder Executivo.

Para conhecer e navegar acesse: www.funpresp-exe.com.br



Ô, gente chata!

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Jornalismo torturador de números

A grande moda, naquilo a que se chama de “redes sociais”, é divulgar informações amplamente conhecidas e jurar que não saíram em lugar nenhum, nem sairão. Por exemplo, uma vacina cubana contra o câncer, com a frase “uma lição na máfia da indústria farmacêutica” e a advertência: “Isso nunca será notícia na TV”. Não será, mesmo: já foi. E o link da fonte original da informação remete a que?

Bingo! Ao noticiário de uma grande rede brasileira de TV e a seu grande portal de notícias. E quem é que divulga que isso “nunca vai sair na televisão”? Uma jornalista. Esquisito? Pois é. Mas é preciso dizer de alguma maneira que a medicina cubana é a mais avançada do universo e que isso só não é mundialmente reconhecido porque os meios de comunicação brasileiros boicotam a importante notícia.

Outra coisa interessante é o mensalão: até Abraham Lincoln já foi apontado como distribuidor mensal de propinas, com o nobre fim de abolir a escravidão nos Estados Unidos. Tudo que envolva corrupção em qualquer lugar precisa ser amplamente divulgado, para que o mensalão não seja considerado tão grave assim. O último caso é o do mensalão espanhol, aparentemente, aliás, bem parecido com o brasileiro. Pipocaram as mensagens acusando a imprensa de não divulgar o mensalão espanhol, enquanto divulga o brasileiro.

Militares ordenaram silêncio sobre tortura de Paiva

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Rubens
Já que torturaram, agora deveriam no mínimo, assumir  institucionalmente, as crueldades praticadas "em nome do povo". 
(Beth Muniz) 

"O ataque particular à OAB devia-se principalmente a um pedido de  esclarecimentos sobre a situação dos presos políticos, feita em novembro de 1975". 

A Comissão da Verdade revelou na segunda-feira (05) que o governo militar determinou a todos os agentes públicos no Brasil e no exterior, a partir de 1972, que não atendessem a nenhum pedido de esclarecimento de organizações nacionais e internacionais sobre mortos e desaparecidos em consequência da repressão. A determinação foi feita por escrito: saiu do gabinete do presidente da República, general Emílio Garrastazu Médici, e foi assinada pelo secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional, o também general João Baptista de Oliveira Figueiredo, que viria a ser o último presidente do regime anos depois.

O ato foi uma reação específica às ações da Anistia Internacional, que vinha denunciando e cobrando esclarecimentos sobre violações de direitos humanos, como torturas, desaparecimentos e assassinatos de opositores. O documento se tornou uma espécie de orientação geral que vigorou ainda no governo posterior, do general Ernesto Geisel.

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